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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Nova turma no pedaço II

Muita gente curtiu muito o meu Nova turma no pedaço! , texto divertido onde eu apresentava uns 'sapecas bigodudos' que acabavam de aparecer em nossa família.
Pois não é que apareceram mais????
Agora a nova galera é formada por 6 gatinhos onde cinco, caprichosamente, completam 1 ano de vida hoje, faltando tão pouco para terminar o ano...
Esses seis novos membros formam um grupo muito interessante que não tem como não chamar a atenção por quem os vê.
A turma forma uma alusão ao grito de protesto ao apartheid, já que cinco deles, sendo negros, convivem em sonhada harmonia racial com o branco, claro, me forçando a dar-lhes um título que não poderia ser outro, senão: 'Cinco Quiolos e um Banquelo'.
Vamos às apresentações, então?
URSINHO 1

Esse recebeu o apelido de Quiolo Fofo, por ser macio demais!!!!
Mesmo quando está mais magro, ele é ótimooooooooo de se botar no colo, além de ser muito doce!...
Meu amigão, companheirão mesmo, inteligente e brincalhão!
Corre a casa toda, com ar de sabido, para ver se me convence a brincar com ele de 'pique-pega'!(ele tem uma mania de bater a patinha no meu pé para me chamar a atenção e sai 'voado', com a tirada já manjada dos felinos de pôr a caudinha de lado nas sapequices!).
Na maioria das vezes eu topo, e volto a ser criança com ele...


NET

Minha Quiola Agitada, não por acaso recebeu o nome de Net, rápida como a conexão cibernética!
Nos primeiros meses de vida, foi motivo de preocupação porque não mamava, só queria brincar (por isso era muito magra...).
Depois passou a comer ração e é esperta até demais!
Apesar de muito ágil e parecer que não pára, é muito amiga, amorosa, e se amarra num colinho...
A safadinha, com essa de pular pra cá e pra lá, acabou atraindo um safardanas felinos da vizinhança.
Traduzindo: está 'buchudinha'! (Alguém aí vai querer os filhotes quando nascerem? haha



URSINHA

Dengosa, toda cheia de charme e elegância, a mais 'portátil' da turma pois se adapta a qualquer modo que a coloque no colo.
Seu nick é Quiola Mansa, por motivos supracitados.
Toda vez que me avista, solta uns miadinhos tão engraçados!...
Às vezes se assemelham a um 'guincho', e se aproxima rebolativa para fazer carinho.
Legal também é quando corre!
Para não 'descer do salto', joga a caudinha de um lado pro outro, como querendo dizer: "Não estou assustada com nada!".
Se fosse pessoa, essa gatinha seria daquelas adolescentes fresquinhas e vaidosas, mas que são muito calmas...


MASSO


Muito acanhado (agora que está se soltando...), recebeu por mim o sugestivo apelido de Quiolo Tímido.
Era um gravetinho quando era pequeno.
Assim como Net, não pegava peso, mas comia à beça!
Com o tempo ficou o mais corpulento.
Seu nome é Masso por ser uma sonoridade à caipira do termo 'macho' pois ele era o Graveto Macho e Net, o Graveto Fêmea.
Quando foi a hora de colocarmos nomes, não resistimos: ficou Masso mesmo! (haha)


URSINHO 2


Ah, que gato danado de amedrontado é esse Ursinho 2!...
O apelido certeiro: Quiolo Arisco.
Acreditam que até de mim esse safado corre?
Eu que dou comida, água e carinho...
Ultimamente já está 'baixando a guarda' e deixou que eu o pusesse no colo dia desses, acompanhado pelo prêmio esperado por todo dono de felinos: o delicioso ronrom!...
Vejam bem se a foto não fala por si só sobre a personalidade dele!


VIVINHO

Meu querido siamês, sem ser totalmente siamês, pois seu sangue é 99 % dessa raça ( a mãe dele é mistura de siamês com persa, e o pai, siamês puro).
Vivinho é o Banquelo Elo (ele liga a corrente Cinco Quiolos e um Banquelo) e chegou aqui em casa com apenas 1 mês, rebelde, resmungão, 'xingando' todo mundo! (Bom lembrar que ele não faz aniversário hoje, só em janeiro!)
Mas a Mamãe Preta ( Vivi, a mãe dos Quiolos!) o adotou e o amou tanto, que logo houve uma transformação impensável por nós até então: um meigo gatinho, amigo e 'sorridente' surgiu dali!
Seu nome veio porque eu tinha colocado Vitinho e é apelido de gente ( evito ao máximo de pôr nome de pessoas em animais porque tem gente que fica aborrecida!).
Troquei o T pelo V e acabou que ficou um acabamento muito oportuno, por dois motivos:
1) Virou homenagem à Mamãe Preta dele, a Vivi;
2) Vivinha era o nome de uma baleiazinha, de uma história infantil, onde a personagem central era a única diferente da turma ( Vivinho, o gatinho, é o único que não é 'quiolo').


Agora a coisa mais linda é ver os 6 gatinhos, irmãos de sangue e/ou de coração, andando, comendo, dormindo juntos, numa fraternidade emocionante!
Deveríamos imitar esses exemplos preciosos que os animais nos permitem!
No mundo deles, não há cor de pele, raça, religião, classe social...
São todos irmãos de verdade, no sentido mais amplo que a concepção de dignidade nos traz!
Deixo a foto mais clássica e representativa dessa união dos meus 'sapecas bigodudos'.
Junto dela, vão os meus votos de um Ano Novo realmente novo, com possibilidades de fazer valer a pena sermos chamados de humanos, sempre aprendendo com os animais, que são mais racionais que nós...


CINCO QUIOLOS E UM BANQUELO
(Imagens:

http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com - Arquivo pessoal)

domingo, 26 de dezembro de 2010

Ser caçula


Injustamente, o fabuloso escritor Paulo Mendes Campos não recebeu nem a metade das honrarias que merecia seu talento, ele, o autor do realístico conto Ser brotinho.
Esse texto o li, pela primeira vez, quando eu ainda era 'brotinho', ou seja, adolescente, e nunca mais o esqueci!
Claro que me identifiquei totalmente, nutrindo a ideia de que, além de 'brotinho', eu também era caçula, e isso merecia uma exposição em algum texto!
Pois bem, lá vou eu me aventurando nesse desafio que eu mesma procurei pra mim, de narrar, em forma prosística ( a exemplo de P. M. Campos), o que é ser caçula...


Ser caçula

Ser caçula é aproveitar as tardes para fugir da melancolia, assistindo TV até mais tarde, o que não foi permitido ao irmão do meio.
Aliás, ser caçula, é zombar do irmão do meio...
É andar descalça se sentindo protegida dos vergalhões ou ferros enferrujados.
É fazer malcriação para a mãe sabendo do não-castigo, achando que ela vai optar em 'pagar geral' em cima do do meio: "Por que não vigiou a menina?"...
É imaginar que nunca vai acontecer nada de grave na vida, por achar que Deus protege os caçulas...
Brincar de correpio após comer dois cajás e jogar tudo fora , ficando traumatizada com a fruta, considerando-a muito 'má' e, passando mais tarde, a apreciar demais a mesma fruta 'pecaminosa'...
É não ficar pegando muito peso porque tem os 'mais velhos' para fazê-lo, mas tendo que pegar umas seis bolsas de compras por estarem os ' mais velhos' muito cansados ou ausentes, sendo ela a mais nova e forte...
Não 'dar bola' para os que os colegas falam porque tem uma mãe, pai, irmãos, tios que a protegem, que sempre acham 'engraçadinho' tudo o que ela fala, faz ou pensa...
Ser caçula é não participar de conversa de adulto mesmo quando se é adulta...
É ser perdoada pelos erros e ser super valorizada pelos acertos!
Ser considerada genial mesmo com as respostas mais 'simplesinhas'...
É não ser cobrada pelas notas da escola, sejam elas boas ou ruins.
É receber o primeiro presente do irmão mais velho, logo quando ele começa a trabalhar.
É ter tios que a deixam ganhar no jogo.
É receber o melhor pedaço de carne num banquete, achando muita comida, devorando depressa para não fazer desfeita...
É ter colinho de mãe mesmo aos dezoito anos de idade!
Convencer o irmão mais velho que pagar uma Coca-Cola quente é melhor que tomar um sorvete bem gelado!...
Ser caçula é catar o sorvete gelado na surdina, favorecida pelo irmão mais velho.
É não entender o que é ser o irmão mais velho...
Não entender que o irmão mais velho teve que começar a trabalhar antes dela e ficar melancólica ao vê-lo, às seis da manhã , tomando um banho matutino para ganhar o pão de cada dia...
Não saber por que em Natal se bebe vinho e ela não pode beber o líquido alcóolico por ser muito pequenina, a mesma criança que explicaram que a bebida representava o sangue de Cristo...
É ser chamada de menina mesmo quando já é mulher feita...
É temer chegar a idade dos 'mais velhos'.
É ser prosa por não ter visto Vila Sésamo.
É falar com galhardia que uma obra tal 'Não é do meu tempo', não sendo mesmo a citada obra 'do meu tempo'...
Assustar-se quando alguém diz que trocou as fraldas do irmão.
Não entender bulhufas do que é não poder ir ao cinema porque teve que lavar a louça!
É ter sempre alguém defendendo-a estando ela certa ou errada...
Ser caçula é estar sempre com a razão!...
Comer doces à vontade, mesmo fora de hora, e assistir bronca de mãe sobre os irmãos só porque eles 'testaram' o tempero do arroz!
É ter que escutar conversa secreta de adultos atrás das portas porque nunca ninguém conta nada mais picante...
É ter educação diferenciada da dos irmãos mais velhos.
É ter no irmão do meio um parceiro, alguém mais confidente.
É morrer de pena do irmão mais velho.
É detestar conhecer outros caçulas...
É desejar que os pais tenham mais filhos, mas odiar a ideia de perder o posto de 'a mais nova'...
Não sacar quando falam de planos financeiros e ver que os irmãos dão um banho de sabedoria explicando tudo, desde o passado mais longínquo do País, até o futuro mais indecifrável...
É tomar chuva e não ficar gripada.
É ver o irmão do meio com resfriado estranho por causa da poeira e fazer chazinho que descolou com os colegas...
É 'zoar' poema do irmão mais velho por ser surreal, mas depois achar que nunca escreverá coisa melhor que ele!
Precisar de ajuda para um trabalho da escola e ter irmãos que enfeitam a capa com figuras de livro.
Aprender língua estrangeira com o irmão mais velho e ver o mesmo irmão pedindo explicações sobre assunto que acabou de ensinar!
É ser disputada no amor e na atenção dos irmãos!
É ser tão paparicada que não entende por que não cresceu insuportável!
É achar que tem que salvar a família!
Ser caçula é ser esperança de família...
É agradecer aos pais por terem optado deixado ela vir!...
Ser caçula é se fingir de ingênua para rejuvenescer os pais, fazendo o tipo 'menininha' , para que eles esqueçam a idade que têm!
Contar a 'mesada' e conferir que ganhou mais que os outros irmãos, juntando, como se não fosse achaque, as moedas que caem dos bolsos furados dos pais, irmãos e afins...
É ficar feliz com troco 'a mais'.
Ficar sorridente porque o agrado é melhor que os dos outros irmãos.
É falar 'palavrãozinho' e todo mundo rir e os irmãos mais velhos falarem gírias costumeiras e serem chamados para conversa 'séria' após o jantar...
Ser a mais requisitada quando os pais sugerem passeio em família; se a caçula quer ir à casa da madrinha do irmão, esse é o melhor programa que existe!
É não saber comer de garfo e faca. Suja a boca toda, dispensa o guardanapo e ainda faz a festa em casa de visitado!
É detestar ser chamada de 'a irmã caçula de fulano de tal'.
Detestar parecer com alguém ( caçula sempre 'parece' com alguém!).
'Encher a cara' e soar como 'exageros da juventude', sendo os irmãos culpados pelos 'maus exemplos'...
Ter os pais 'pegando no pé' quando começa a namorar enquanto os irmãos já estão no décimo ( ou seria milésimo?) término de arremedo de romance...
Saber que os irmãos mais velhos, ao chegarem em casa em horário impróprio é natural, e a caçula mesmo saindo e chegando antes do meio-dia, tinha que avisar...
É causar complexo de culpa nos pais por não terem lhe dado presente de aniversário; para os irmãos mais velhos um 'Parabéns' fuleiro, ser de bom tamanho...
É ter a chance de apanhar dos irmãos mais velhos, mas eles te quererem tanto bem, que optam em serem 'pais' ao invés de castigadores...
É ter sempre mais 'pais' que os irmãos.
É 'herdar' os brinquedos ou objetos dos irmãos mais velhos.
Ter que seguir modelos implantados pelos irmãos.
Ser obrigada a ser a mais simpática e ter sempre uma brincadeira pronta quando os pais estão 'pra baixo'.
Levar colegas para a mãe aprovar e a mesma sempre dizer: "Hum, não confio nesta garota..."
Presentear os pais com utensílios práticos, importantes, mas saber que, no fundo, eles acharam melhor o que o irmão do meio ou o mais velho trouxe para a casa...
Ser elogiada na sua frente, e ser criticada, quando está longe, recebendo o adjetivo dispensável de 'imatura'...
Ter o irmão do meio viajando e ninguém comentando sua ausência, mas estando ela há apenas três dias fora, e toda a família argumentando se estará bem, se escovou o dente direitinho...
É toda a família querendo se intrometer no seu dia-a-dia, o que fez, o que adquiriu, quem são seus amigos e o irmão do meio sendo mordido por um cachorro, parando num hospital para a vacinação, recebendo um genérico "Ah, tá!..."
É falar para o irmão do meio para que ele compre um DVD player novo só porque ela quer assistir show de seu astro favorito. Durante a apresentação do DVD preferido, atender no portão a pessoas que chamam por motivos fúteis, como dissesse: 'Todo mundo vai esperar eu voltar para continuar assistindo!'. E continuam, ai, continuam esperando ela voltar para assistirem ao restante do show...
É perceber, com amargor, que os tios já se foram...
Que os irmãos e primos curtiram por mais tempo os avós.
E que todos, se seguirem a cronologia natural, irão antes que ela...
Ser caçula é ser uma eterna mais nova da família, e que daria tudo, TUDO, para não ver as pessoas que mais ama irem embora antes dela...


P.S.: Hoje é o aniversário dessa caçula aqui!



(Imagem:

http://meupequenomundolouco.blogspot.com)

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Sobre Nós, Fagulhas Divinas e Latentes Estrelas (parte II)


Os povos antigos dos quatro, oito e dezesseis lados deste pequeno plano, deste "planeta" cá embaixo, a Terra, veneravam o Sol físico como celebração à vida; o Sol místico como presença dos "deuses" e o Sol psíquico, como representação da própria alma. A partir do momento em que a só ócio all humanidade contemporânea grega tenta esconder de si mesma dois destes três "sóis", então, o que permanece como real e único, brilhando sozinho se torna falso.

É exato içço, dentro da perfeição universal, porque a literal Palavra, a expressão Vocal e o gestual Verbo não existem separados; muito menos, a matéria só; a coisa sem a essência; e nem vive realmente, quem respira e transpira, sem um "ar" espiritual.

Descaradamente falando, e sem considerar respostas acadêmicas de plantão das muitas universo cidades sempre fora do Universo,sem suportar padres e pastores hipócritas e sem temer polícias e políticas sujas,itero que o saber, apenas por profissão, a espiritualidade forçada e a convivência social debaixo de rédeas que temos hoje, é apenas sombra do conhecimento pleno, do extâse não físico e da irmandade natural que tivemos nós, antes de ganharmos experiência (ou a perdermos) com o avanço da humana idade.

Em nossa época dourada, quando o ouro de fato, não valia o que pesava e sim, o que refletia, aquilo é que era Vida. Ahhh, meu bródi, foi numa era em que "reis", não usavam o Poder para governar com mãos de ferro e comandar batalhas, mas a Glória, coisa que Políticos desconhecem; tempo em que não se usava "desbravar" e nem "descobrir" a natureza, indo contra ela como uma praga pseudo-Científica, que infesta um vegetal; tempo em que "conceitos mágicos" ainda não eram o bicho de sete cabeças de hoje, causador de guerras, de dúvidas e de medo, um entrave para a plenitude, cuspindo fogo e vomitando sangue, chamado Religião...

A Pedra do Sol, através de símbolos colocados de forma harmoniosa e lógica, fazem desta "coisa" esquecida pelo tempo, uma grande obra de arte, capaz de representar todos os outros símbolos e arcanos do passado,quase perdidos hoje,quando não conseguimos mais desenvolver uma cosmogonia em que se possa unir o que resta de nobilíssimos conhecimentos ancestrais, no atual separado,desquitado e brigado saber científico,político e religioso, com seus representantes e lacaios cegos,surdos e mudos, cada vez mais longe uns dos outros... maaassss, o castigo vem a galope.

Em 21 de Dezembro de 2012, fecha-se mais um ciclo: um planeta com órbita excêntrica, chamado Nibiru estará completando sua órbita colossal e nesse dia, haverá um alinhamento de planetas.

Quando Nibiru atravessar o nosso Sistemazinho solar, nós aqui e cá embaixo, veremos um “Segundo Sol” em tom avermelhado no céu; existe quem diz, já ser possível avistá-lo a olho nú, em certas noites de completo breu.

Nibiru, por causa da órbita gigantesca, demoraria 3.600 anos para completar sua tragetória; e, entrando no Sistema Solar, passando próximo à Terra, ocasionaria grandes catástrofes. Da última vez, talvez tenha causado o dilúvio relatado na Bíblia, por exemplo, e sua aproximação atual,provavelmente seja a causa das mudanças climáticas que estamos vendo e sobrevivendo hoje.

Dentre os 12 corpos celestes, em linguagem zodiacal, todos são considerados "planetas", inclusive a Lua e o Sol. sendo que, os últimos três,Urano,Netuno e Plutão, a "ciência oficial" só "descobriu" e reconheceu recentemente. Há 6 mil anos atrás,o povo sumério estava correto em relação aos nove planetas reconhecidos hoje, porque não poderiam estar, igualmente corretos, em relação ao planeta de passagem, Nibiru? eles o representavam como um círculo alado vermelho. Mas, içço tudo não é nada... os sumérios ainda diziam que Nibiru era habitado... existiria por lá, uma "raça" chamada Anunnaki, muito avançada tecnologicamente e que, inclusive, foi dela que obtiveram tantos conhecimentos sobre o céu... e sobre o Todo, o Tudo que nos cobre a todos e que ainda assim, sendo enorme, existe humildemente sob uma única alma, a sua alma, o nosso real e verdadeiro Sol.

(Nota da Mary: O autor Radi Lopes sugeriu o belo vídeo Two suns in the sunset, do Pink Floyd. Vale a pena assistir!

http://www.youtube.com/watch?v=Zr9SaYkRh-Y)


(Imagem:

Arcano asteca "Pedra do Sol" ( 3,57 metros de diâmetro e 24,5 toneladas ) monólito de basalto de olivina )

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Sobre Nós, Fagulhas Divinas e Latentes Estrelas (parte I)

Antes que alguém me pergunte, o texto que começou a ser desenvolvido no post de hoje, não é meu.
"O Segundo Sol" é o tema.
Há algum tempo eu havia pedido a um certo camarada genial, com uma mente brilhante como o assunto, que atende pelo nome de Radi Lopes, para escrever sobre isso, algo bem controverso e de difícil assimilação por qualquer mero mortal.
Mas meu pedido não foi a alguém comum...
Esse meu querido gênio baila nas letras e na sabedoria, com suas sacadas diferentes, embora cheias de luz sobre qualquer assunto, que me fazem parafrasear Raul Seixas toda vez que leio algo dele: Não há nada que ele "não saiba demais!"
Sendo de maneira séria, ou se valendo de teor divertido ( que até pra fazer graça o cara
é inteligente!), há sempre uma aprendizagem em seus escritos, comentários, reflexões...
Deixo agora por conta dele, com aquela sua mente prodigiosa. já notada por todos nós, para dar uma 'overture' sobre a temática.
E antes que eu pudesse esquecer, te digo
OBRIGADA, MEU QUERIDO, por ter aceito escrever esse post!
Pode falar agora, Radi!



Sobre Nós, Fagulhas Divinas e Latentes Estrelas (parte I)

Se o grão de trigo, caindo na terra, não morrer, fica ele só; Jo 12,24
...e ainda não se manifestou o que havemos de ser.
Seremos semelhantes a Deus, porque o veremos tal como é. I Jo 3,2
Aham... Oi, olá, oilá... Sou o "famoso"...
-Quem? -Qual? -Onde?
-Pshhsssit!!! posso falar? Então...
Sou o Erre,um quatro nove,trinta sete cinco ésse; ou,menos esquisito graficamente, R149 3o75s, o mesmo que uma vez, foi corninhosamente chamado de fake por uns folks aê, mas que também,na mesma situação e pra amenizar a calúnia, comparado a um Código de Barras... ( só tu mermo viu guria Juci? rs! )
-Então é iççu; eu hoje farei sala pra vcs, crianças, aqui no espaço da nossa miga, minha mina Mary. Não chorem,é só enquanto ela prepara um cafezinho daqueles, procêis...
Ocêis aí,na porta,puxem uma cadeira e sentem-se no chão,sispaiem,sisparrami,(o sofá é só pros bichanos dela) e vamu contar e ouvir uns causo, daqueles que insistem as convenções ancoradas na mesmice pragmática, em manter numa sempre difusa luz acadêmica e oficial.
-Àqueles que já pensando em deitar e dormir sentaram-se, antes que fatalmente caiam no sono, peço portanto,não interpretarem, mesclas laicas à minha voz; ou sonhos que já tiveram desde sempre, sobre idéias e preconceitos oficiais de, blá,blá,blás hipócritas; e, será obséquio também, não babarem no tapete; quanto aos outros, os raros, que deste surreal objeto dispõem, sugiro apertarem os cintos... vamos voar! (Olha só, quantos já pularam fora... rs!)
Falarei sobre içço: o Çol, digo, o Ssóu, ou melhor, o Sol... coisa insuportável aos que são de "meio-dia", sem meios-termos, como se a uma criança dissesse:
"Um sol" é isso aí,molecada, uma estrela,uma "bolona enorme" que arde e queima, e só;
ahhhgora, outro deles,ou disso, é simbólico e metafísico, uma estrela psíquica; puro poema;
já o falso sol "verdadeiro", é parapoético; é humano sem ser... é o "anjo de luz" oculto no símbolo de Vênus. Complicado içço, né naum? Esquentem não... Falarei por partes e, lenta mente,à velocidade da luz,rs! Por isso, se vendem tanto, "bronzeadores e filtros"...
Se não,e neste caso,dentre tantos, temos aí, a primeira comprovação de que somos mesmo, crianças espirituais em corpos decrepitantes.
Agora,encerrando eçça primeira parte, introdução ao trem, à coisa sobre a qual fui convidado a discorrer,terão vocês,como "dever de casa", este vídeo aí: O Segundo Sol, letra e música do grande Nando Reis.Divirtam-se;e, abram seus olhos e mentes. Até a próxima!



sábado, 11 de dezembro de 2010

Meu carinho por sofás!


Minha queridíssima amiga Samanta, do blog Vida Real da Sam, a quem eu coloquei espontaneamente a alcunha de 'Menina Sorriso' (alguém já viu essa moça sem um sorriso amigo para todos nós, gente?), mesmo não sendo sua intenção, fez-me um 'desafio' que resolvi 'topar'.
É que ela, de maneira brincalhona, disse que até um tema como 'sofá' seria bem escrito por mim.
Eu peguei a ideia e auto desafiei-me.
- Será - indaguei-me- que algum sofá, nesta estrada de minha vida, poderia render algum texto digno de leitura?
Bom, é o que eu descobrirei agora...
Minha lembrança mais tenra é de um sofá escangalhado...
Ele era era vinho e de braços azuis, cujas poltronas (duas) serviam para a farra de imaginações infantis...
No meu sofá de criança, não havia lugar para as insatisfações de um mundo, talvez, cruel...
Voava longe, brincava de menina-heroína, pois pulava, sem dó, de uma poltrona à outra, e ao próprio sofá, meio esgazeado, de tanto uso e aberrações de criança, achando que o pobrezinho aguentava tudo, quieto e totalmente mudo...
Adorava aquele 'bichinho'!
Quando o meu pai o transformou em cama improvisada ( pois é, a maré não estava boa pra nós naquela época ...), fiquei tão pra baixo!...
Ele era mais que um sofazinho de sala: era o meu amigo, irmão camarada!
Lembro que era de napa, com umas riscas fracas, brancas, na cor vinho meio desbotada!
E eu, sem o perdão infantil que não sabe que é maldoso deteriorar objetos, o destruía tirando uns tecidos no canto do braço, o que o deixava à mostra, com a espuma amarelada!...
'Tadinho... Deixando-o nu, não sabia eu que me desnudava junto!
Porque fazendo-o inútil e inconsertável, era caminho certo para o lixo, sem a onda que existe do 'recauchutamento' atual... ( Lembro que era 'moderno' comprar-se sofás novos ao invés de consertar os velhos!)
As suas duas poltronas, que faziam parte do jogo de móveis, serviram para me abrigar quando dei um "viva" ao mundo!
É, maré ruim quando nasci e assim ficou até meus 5 ou 6 anos...
Aqueles dois móveis gêmeos eram o meu 'berço', até quando meus progenitores puderam, finalmente, comprar-me uma cama decente!
E me perguntem se eu gostei assim da cama novinha?
Nada!
Era do sofá vinho, com braços azuis, e suas poltronas-abrigo-de-sono que me levavam ao júbilo das cantigas de ninar!
Só passei a ser fã de outros sofás (esquecendo-me parcialmente do primeiro) quando nos mudamos para a nova casa.
Parecendo sina, lá veio um outro vinho, para inaugurar moradia atual!
Esse não veio com poltronas, porém, continha um 'camarada' de dois lugares, que ficava de lado para assistirmos TV.
Era ali que vislumbrava Programa Raul Gil e seus calouros fabulosos.
Escolinha do Professor Raimundo, os folhetins das 6 e das 8, desenhos animados ( mesmo adulta continuei assistindo-os!), e os delírios em formato de filmes tanto os românticos, comédias e os impensáveis trailers inteligentes!
Era costume tirar uma soneca test-drive para o sono oficial!
Esse vício me persegue até hoje!
Sono gostoso é o que a TV fornece!
Vou cambaleando feito autômata para o banheiro, escovo os dentes e caio entorpecida pelo barulhinho de TV ligada que o sofá me forneceu!!!!
Depois disso, vieram tantos sofás!...
Nem um com permissão emocional para mencioná-lo aqui!
Se eu me esmerar muito, talvez eu ache que o último - e moderno - possa merecer alguma nota de engrandecimento.
É que ele - me dá até pena!- foi enxovalhado pelos meus queridos felinos.
Quando crianças, os 'bigodudos sapecas', o usaram para amolarem as unhas!
Na cabecinha infantil e irracional dos 'miaus', sofás têm essa função: estiramento de coluna e colocação de unhas 'em dia'!
Já está na segunda capa o sofá da sala, ele que era, originalmente azul, com flores enfeitando-o!...
Por conta do 'fanatismo' dos gatos em querer deixar as unhas 'bonitas', o infeliz sofá receberá uma nova cor: marrom, causada pela capa que receberá!
Só pra contrariar, os felinos sapecas vão fazer 1 ano, descobriram que existem árvores no quintal e não praticam atos de 'amolação' de unhas em madeiras indevidas: moram no terraço e olham "tô nem aí" para a 'vítima' em formato de móvel de sala...
Sofá, para mim, é sempre o móvel que permite o descanso, o devaneio...
É nele que geralmente me traz infância, lembrança, sentimento ingênuo...
Foi quase sempre em um sofá que tive boas ideias, que assisti algo de louvável e me lançou um esclarecimento qualquer!
Sofá me permite um trocadilho em inglês dos inenarráveis Dire Straits: "So far away from me".
Sofá, minha memória, meu jeito de me pensar como pessoa.
Sofá, um intervalo de pensamentos, ainda que ele possa persistir por dias...
Adoro sofás!
Meu sono/sonho não seria tão afável se eles não existissem...

(Imagem:
www.portaldacasa.com

Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com )

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Sorte: mais que um trevo de 4 folhas


Estou teclando e assistindo TV.
Nem sei o que estou fazendo melhor dessas duas ações...
Aconteceu, então, de eu juntar os dois, aproveitando o tema visto no seriado Todo mundo odeia o Chris que passa na Record.
Para quem não sabe, Chris é o adolescente mais azarado do planeta: parece que tudo acontece com ele!
É por isso, então, que, quando surge uma chance até mesmo pífia dele conseguir sorte, se agarra como se fosse o último biscoito do pacote...
Ele precisava de uma meia e seu pai o forneceu num dos episódios, alegando que aquela fazia parte de um vestuário sortudo.
O menino acreditou tanto, que acabou trazendo-lhe mesmo o tal 'contrário de azar'!
No final, mostrou-se que o Chris poderia ter sido apenas vítima de sugestão psíquica: estava com a meia quando levou um tombo horrendo nas escadas de sua casa!...
A minha opinião particular sobre 'sorte' é que ela não está em apetrechos materiais, mas na mente, na auto-estima com que se encara as situações cotidianas.
Às vezes até mesmo eu dando 'azar' em certas ocasiões, não me abalo porque mentalizei positivamente antes de sair de casa.
O que significa que tirarei daquele momento menos plausível de boas lembranças futuras, alguma experiência ali, que naquela situação talvez eu não saiba para o que serviu, apenas num futuro próximo ou não, é que descobrirei!
Há dias em nossas vidas que pensamos: "Isso só acontece comigo!"
Tudo desaba, tudo parece não ter sentido, não há o encaixe para o curso natural das coisas...
Não transfiro minha má passagem para o 'azar' porque se não existe 'sorte', também não existe o contrário dela...
Acredito muito na positividade, no pensamento firme.
Não acredito, porém, no que chamam de 'castigo divino'.
Passar por momentos difíceis não é sinônimo da mão de Deus distribuindo vinganças por causa do pecado dos filhos.
Temos que crescer espiritualmente e tentar enxergar benefícios nos chamados 'maus lençóis'.
A humildade é importante, não o comodismo, na máxima :"Foi Deus quem quis assim!"
Reverter pensamentos negativos, não é nada fácil, por isso, é comum as pessoas repassarem para o Pai seus problemas mais básicos.
Sou uma pequena caminhante nas sendas do aperfeiçoamento.
Ainda não tenho a capacidade de aceitar com submissão o que a vida me traz de ruim.
Não aceito e nem culpo ninguém também ( nem mesmo Deus)!
"Cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é", letra perfeita de Caetano Veloso cantada por Gal Costa (Dom de iludir).
Todos nós sabemos por que agimos dessa maneira ou de outra forma, e não nos cabe julgar!
Quem é 'perfeito' para dizer: "Você está errado(a)!" ?
Temos que tentar - eu disse 'tentar'- entender as razões que levam as pessoas a tomarem certas atitudes.
E digo mais: má sorte é estado de espírito.
Esquecer o que nos faz mal, é um jeito de contornar o 'azar'.
Não se trata de fórmula pronta vendida em farmácias, porém, é uma chance que damos a nós mesmos de conseguir uma sensação positiva nos nossos interiores.
Insisto: não é fácil!
Quantas e quantas vezes me peguei resmungando contra a maré de 'azar' que me cerca?!
Quantas vezes atentei contra Deus, Ele próprio, aludindo sobre o bíblico mistério de Jesus: "Senhor, por que me abandonaste?"
Tenho aprendido a duras penas que não devo agir de maneira impulsiva, julgando a dor alheia pela minha dor particular.
Um homem comia uma dúzia de bananas todos os dias e reclamava porque só tinha isso para satisfazer sua fome.
Num certo dia, caminhando pela rua com as tradicionais frutas diárias, olhou para trás e viu que um semelhante, risonho e agradecido, degustava as cascas jogadas por ele...
Aprendi também que não temos que mostrar 'sorte' para o mundo. Precisamos ter 'sorte' dentro de nossos 'eus' mais íntimos...
Exercício contínuo, de minuto a minuto, gerir dentro de nós a força para equilibrar nossos maus pensamentos.
Sorte é mais que um trevo de 4 folhas.
Além do pé-de-coelho ou ferradura atrás da porta.
A maior sorte que podemos ter é a de conseguirmos ser positivos, nos momentos mais negativos...

(Imagem:
http://blogdofell.blogspot.com)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Esse é o Rio de Janeiro que eu conheço!


Baseando-me num texto reflexivo que meu amigo J. Felipe postou, escrevo esse agora, enaltecendo o meu Rio de Janeiro, aquele que eu conheço, que amo e respeito.
Chega de ataque de 'mea culpa'!
Vamos reconstruí-lo porque, ele, o Rio, é nosso!
Tomei-o emprestado, pois não é minha cidade de nascença!
Mas como a sua reconhecida generosidade diz, recebeu-me com os braços abertos, abrigando-me da chuva e da tempestade dos horrores que tanto falam...
Rio, eu te amo! Não importa o que digam!
Você é aquela cidade do "caos e da beleza", de Maracanã lotado, da praia, do Cristo Redentor, do murmúrio matutino e do silêncio tumular das noites obscuras...
Se um dia você não puder estar entre os lindos recantos, estará nas lindas histórias de exposição de amor: os mais perfeitos poemas são pra você, os mais encantadores pores-do-sol, são seus pois você nos regozija com seu encanto natural!
Por que lembrar da tristeza?
Por que lembrar, sobre os ombros frios, que você sofre, meu Rio?
A maldade que fazem contigo, não é digna de posteridade...
Toda vez que falarem de você, será para falar do sol que nasce, que nunca é igual em lugar algum...
Só você proporciona aos seus nativos o direito de te profanar e de te xingar bonito, e mais tarde deitar no seu colo macio, após longo dia de cansaço e correria. Doce que é, perdoa esses pervertidos sempre, seus filhos...
É gostoso sentir você envaidecido com o seu brilho particular!
Sua luz advém de uma estrutura que um anjo apaziguador forneceu para que você fizesse bom uso, numa tortura angelical bizarra, como explicando: "Se você quer meus benefícios, tem que reverter seus pecados em medo da violência!"
Assim sendo, quem é carioca (ou se sente tal) fica desprezando a cidade, no típico: "São verdes, não prestam!", como a ingrata faminta caçadora de A raposa e as uvas.
Ao ouvir o som de uma simples parra que cai, porém, "Volta depressa o focinho".
Fico estarrecida com cariocas 'traíras' dizendo que outras cidades são melhores só porque ganham mais dinheiro por lá!
Trabalhem, lutem, coloquem a cidade de volta ao seu lugar de status merecido!
Já fomos a capital do País!
Já fomos a capital da cultura!
Voltemos ao formato inicial, sem aquele ganhar babaca de 'tradição', apenas...
Se tradição levasse algum título, nossa Seleção não precisaria nem mais jogar!
O Rio tem que ser pródigo pela eficiência prática, notória, de suas posses vistas e revistas por todos nós!
Cartão-postal de 'prostitutas' praianas?
Não, o Rio é maior que isso!
O Corcovado anda sumido das fotos que os turistas compram...
Como chega a nossa cidade 'lá fora'?
Porcaria de venda de fotinhos desnudas, que encobrem a nobreza da Cidade Maravilhosa...
Não, Rio de Janeiro não é Morro do Alemão e seus AR's 15, ou 18, ou 700...
O Rio que eu conheço é o Rio que me traz felicidade.
Se a minha felicidade incomoda, só lamento porque, como diria Ziraldo: "Nada entristece mais um ser humano do que saber que o seu semelhante é feliz".
Aparentando ou não alienação minha, ainda acredito na paz.
Utopia? Pode ser!
E o que é você sair de casa para trabalhar e achar que vai ter um mundo melhor, para os que ficarem, enganosamente, para a 'semente'?
E o que é passar suas férias em casa de praia para curtir o nascer de um dia, que acredita-se ser o mais belo já visto de sua janela?
Oras! O mundo é feito dessas ilusões que acabam movendo pra frente o que se acredita ser o certo!
A verdade de cada um, ninguém tira...
Verdade que talvez não seja verdade mas, e daí?
Quem vai ter cacife para provar ao contrário?
Sou carioca, sendo ou não, mas sou...
E defendo essa 'parada toda' na gíria típica dos cariocas mais convincentes...
A chiadeira dos "s" finais me orgulha!
Como é prazeroso proferir: " pessoaschi", "chineloschi", "homenschi", "animaischi"e mais, e mais, e mais...
'"Tô contigo' e não abro!"
" Pô, 'merirmão', dessa eu não sabia..."
" Que relógio 'irado'!"
" Fala sério, hein?"
" Fala, maluco!"
Esse é o Rio de Janeiro que eu conheço!
E se alguém duvida, que prove diferente!
"Alô, torcida do Flamengo/ Aquele abraço/
Pra você que me esqueceu (hum!)/
Régua e compasso".

Só que eu, meu Rio, nunca, nunca, te esquecerei!...

P.S.: A foto postada é de uma sombrinha minha comprada num dos muitos camelôs da rua Uruguaiana.
O Rio é o único lugar no mundo em que o vendedor nunca vende pelo preço inicial!
A manha carioca exige, por parte do comprador, que o ambulante venda, pelo menos, por 1 real a menos...
(Imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com - Arquivo pessoal)


terça-feira, 23 de novembro de 2010

Vocês conhecem esses "Fab Four"?

Entre "Teorias da Conspiração", como a de que Paul McCartney pode ter morrido - não acredito! - e de Paul McCartney ter vindo ao Brasil por esses dias e ter tocado suas músicas mais envolventes - isso, sim, acredito, e como! - optei em postar uns gatinhos muito dos bonitinhos que encontrei por aí!

Olhem pra cima: não são fofos??????????????

Não tem como vê-los e não ficar impressionada com a paciência do fotógrafo! (haha)

Bem, a pergunta que não se cala: vocês conhecem esses Fab Four?

Pelo rádio tão antigo, das décadas de 50/60, chego à conclusão de que se trata dos próprios Beatles, só que disfarçados!

Será que não se tratava de uma jogada de mestre dos componentes do grupo para ganharem dinheiro a rodo com a compra dos discos pelos fãs, afoitos em descobrir se o Paul morreu mesmo, se há alguma mensagem subliminar mostrando qual 'beatle' usa LSD e talz?

Que jogo de marketing melhor para se vender discos, senão os quatro rapazes se disfarçarem de gatos?...
Beleza e inteligência os felinos têm de sobra!
Venda garantida de milhões de álbuns!...

Vejam se não tem lógica serem eles, nos guiando pela personalidade de cada um?

Acompanhem meu raciocínio (observem a foto da esquerda para a direita):

1.o - John Lennon - cara de líder, bem reflexivo, fazendo o gênero Imagine;

2.o - George Harrison - compenetrado, sério, dando a impressão de estar compondo My Sweet Lord;

3.o - Ringo Star - bonachão, divertido, fazendo o gênero "Ahn... Ahn... Alguém falou comigo?"

4.o - Paul McCartney - etéreo, soberano, magistral , com aquele ar de quem sabe mais, mas é humilde, sabendo que Let it be, ele vai chegar onde quiser... (Eu já disse alguma vez que "Eu me amarro no Paul!"? )

Desculpem-me os muitos fãs dos Beatles mas, para mim, os verdadeiros Fab Four são aqueles gatinhos sobre o rádio, e o quarteto de Liverpool é que tomou-lhes a fama!...

Talento os felinos também têm de sobra, oras!

Quem sabe miar melhor que um gato? (haha)

E eu fico com eles se tivesse que comprar um CD musical.

Sou fã incondicional dos 'miaus': adoro a música que eles 'cantam'!

O resto é conversa pra "boi dormir"...

Ou seria "gato dormir"?

Afinal, esses sapecas bigodudos precisam de 16 horas de sono por dia, né?...

(Imagem:

www.ru.com)

sábado, 20 de novembro de 2010

Um Cavalheiro Real para uma Dama Sonhadora


Estou assim, dengosa que só!
Acho que se alguém tocar na tela do PC, vai escorrer mel! (haha)
O que posso fazer se meu estado de espírito se encontra desse jeito, de puríssimo êxtase, que tantos e todos já sentiram ao menos uma vez durante a existência?
Poema de amor, para o meu amor...
É mel de atrair ursos e abelhas!
Problema: adoro ursos e abelhas... (haha)
E, amor, não fique tristinho, não, 'tá?
Só se ligue no ditado popular, que diz: "Nem tudo que reluz é ouro".
Se há algo brilhante em mim que esteja te incomodando, saiba que é apenas uma luz bondosa, que vem de formatura, em formato de anel...

Um Cavalheiro Real para uma Dama Sonhadora

Ontem tu eras um sonho fugidio,
De amor perdido, em visão embaciada
,
De uma mulher encaixada
,
Nos limites de um castelo frio.


Cavalheiro de armadura reluzente,

Rápido me salvaste do caos
;
Enfrentaste o paradigma do esperar
;
Fez da noite o dia
;
Espalhaste flores para o meu passar.


Mas atravessei rios e lagos,

Não quis teus afagos,
Tropecei no meu caminhar
.
E tu, do alto, à noite, me vias cá embaixo,

Oferecendo ainda o teu brilho lunar...

'Das trevas, fez-se luz'
,
Só não aceitei o lumiar...


Eu, uma Dama, desprezando o desvelo
,
De um Cavalheiro;
Não sabia do apelo,
De um caminhar toda noite
,
Sentindo o açoite
,
Da solidão que dói,
Da tortura da procura
,
Que eu nem sabia o que devia encontrar...


Teu chapéu estendido a mim

Para me perguntar:

- Onde vais, minha querida Dama?

Respondo que não sei,

Digo o que cismo, olhando-te de soslaio,

Prosa por achar que estava a milhas de ti!

Achar que fosse melhor que ti!

Achar que não precisava de teu calor!

Achar que poderia viver sem amor...

Meu castelo era de areia;

Por onde andei, não vi luz,
Só aquele solícito lumiar lunar
.
Soberba e tola,

Queria apenas o brilho,

Brilho de uma manhã solar...

Desmoronada e cansada:

É longo o caminho quando não se sabe onde vai;

É triste o andar quando num só passo se cai...

Continuo o meu passeio
,
Meu girar não é por acaso,

E ele volta,
360 graus num pé só;
Se girou, retorna,

Nem que seja para virar pó...


Envolta num longo vestido
,
A mágica que segue é inebriante:

- Onde está meu Cavalheiro andante?
Que te passas, o que tens?

Ainda há amor num coração ferido?

Ainda há liga para um amor partido?


A magia dos que se encontram
,
Um eterno
déjà vu,
A vida feita de retornos
,
Num ciclo infindável,
Conquanto não enfadonho,

Que faz do amor concreto
,
Do amor eterno
,
Um passo para os que vivem o real sonho...


... E o meu Cavalheiro de armadura reluzente,

Que é muito inteligente,

Num passo rápido(Ele sabe ser preciso!)

Alcançou-me,

Enlaçou-me,

Fez-me a mais feliz das criaturas,

"Sem pecado e sem juízo";

Seria, então, isso, o que chamam de Paraíso?



Sou tua Morgana, meu lindo Acolon,

Sou tua maga, musa, mulher...

Trago o teu cheiro de homem,
Trago o teu hálito de amor
.
Sou para ti, o que quiseres,

Para o que te coube na vida,

Para onde fores, verbo ser ou estar
,
Para o que um Cavalheiro puder.

Não me escondo, não me perco, sou tua:

Sempre,

Para o que der e vier!...




Te amo!


(Imagem:

http://marged.vilabol.uol.com.br)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sentindo o sentido da palavra

O que é palavra?
Não sei.
Junção de fonemas e letras para formar um vocábulo?
Talvez.
Idiossincrasia de sentido para cada um de nós?
Aí eu tenho certeza que é...
Se a beleza está no olhos de quem vê, a palavra está na mente de quem ouve ou lê...
Derreto-me, nostálgica, com a buzina...
Buzina não é aquele som enjoado do trânsito agitado na Avenida Brasil!
Buzina não é símbolo de chateação e dedos do meio levantados, junto a impropérios impublicáveis! ("Pi", para cada palavra escrita, não rola...)
Buzina é aquela de um certo Fusca velhinho, de um tio igualmente idoso, que não pôde cumprir o seu papel e calou-se, quando ela era mais necessária.
"Buzina por buzina eu também tenho a minha!", e a pobrezinha, tímida, em meio a tantos termos que não eram da sua 'época', encolheu-se e não "falou" mais nada!
Galinha não é a vadia.
Frangão, Cinzinha, Dolada, Favo, Carijó, os que cacarejam no quintal, os que fazem a festa com os grãos perdidos, e o mato que não se atreve a crescer mais: todos galinhas!
Frangão fala palavrão e puxou ao pai, o 'ido' Vanderlei:
Será que há alguma palavra digna terminada com "u" cantada por um galo?
Gato é aquele felino em miniatura que, cansado de lutar pelo sustento na selva, resolveu reduzir o tamanho para ficar junto dos humanos.
Não, não me falem em ladrão.
Não me falem em achaque de luz na "mão grande"!
Não misturem acepções sem sentido com algo tão amado!
Gato é o animal! Gato é o homem bonito!
Gato é um felídeo sapiente, que caça à noite e não incomoda ninguém...
Granfino não é aquele cara prosa, que tem tanta grana, que nem precisa estudar...
O cara é tão granfino, que nem precisa ser!
Granfino, para mim, é a fábrica da minha cidade.
Granfino aplaca a fome de fubá e farinha da minha população.
Granfino também é gato e é galo...
É para ela que os mamíferos ronronadores correm, é para ela que as aves cantantes cacarejantes correm, é por causa dela que os comedouros são abastecidos de ração e milho picado.
-Vem, Bileca! Vem, Tigrinha! Vem, Frangão! Vem, Arrepiado!
Cadê o rango que estava aqui?
Os gatos e os galos comeram...
E Granfino o que é?
'Ladra' de fome animal!
Paz é amor.
Paz é música de Zizi Possi.
Paz é tranquilidade ( Ou seria o Mar da Tranquilidade?).
Mas não é passeata da paz.
Nada mais conturbado, demagogicamente espúrio, imbecilmente preconceituoso, maniqueísta e defasado, que uma campanha de camisetas brancas de marcas famosas em praia de Copacabana, slogan ridículo impulsionador de vendas, troca de abraço 'amigo Puff' entre os convivas de ponta, para alardear uma paz maldita porque não vem do coração...
Que paz é essa que alguém pergunta?
- Essa camiseta é daquela nova loja que inaugurou ontem?
- Não, a minha comprei em Paris, na última visita que fiz à minha prima. Acho que vou visitar mais a minha prima...
Beijo é carinho.
Beijo é o do beija-flor.
Beijo é tesão.
Mas não é traição...
Minha mente não me alude à passagem bíblica de Judas e o seu beijo pecaminoso.
E o próprio Judas tem outra conotação pra mim:
Judas é Joana D'Arc...
Por que você judia de mim?
Uau! Você é uma pessoa muito decente! Parabéns, você é, 'no barato', um ser humano!!!!
Dicionário sujo, nesse mundo imundo, ao aferir judeu com maldade!...
E tantos cristãos ( Alô! Cristão é qualquer um que acredita em Cristo!) separando seus semelhantes com a sua 'bondade':
- Aquela ali saiu com uma saia curtinha ontem, tinha que ver!
- Foi para a gandaia; ela não presta...
A maior racista que conheci na minha vida real era alguém que acreditava em Jesus.
Separava por cor de pele os colegas de sala que manteria contato!
E por mais absurdo que pareça, ela não fazia nada que pregava o Mestre; parecia não ter lido nenhum dos Evangelhos.
João, Mateus, Marcos e Lucas devem ser nomes de vizinhos que ela andou "pegando"...
Até que são nomes bem bacaninhas... Ela teve gosto!...
Esqueçam os sórdidos políticos!
Corrupto é pássaro da gaiola do Jô Soares!
Ele adorava dólar, e era bem divertido, mesmo que eu nunca o tenha visto...
Zorro é o moço da máscara, defensor dos indefesos, mas é muito mais o doce de palito.
O meu Z sempre foi o do Zorro-doce...
Que me tragam a vitória, com ou sem letra maiúscula!
A vitória minúscula, aquela bem pequena, me consagra os domingos de um não-ídolo Ayrton Senna, mas que agora me esmaga de saudade porque ele sabia assoberbar o ganhar de um povo, que andava tão sem esperança...
Se me trouxerem com o V maiúsculo, viajo para Vitória, terra de minha mãe, capital de Espírito Santo, um dos estados de nossa região Sudeste. (Eu não sei por que insistem em por nomes divinos em lugares! A Cidade de Deus é a "coisa mais linda, mais cheia de graça" que o mundo já viu...)
Z também pode ser de Zico.
Não existe galinho, o raquítico animal filho do galo.
Existe o fabuloso.
Com honra.
Com glória.
Com o manto rubro-negro da Toca do Urubu.
Um certo cidadão que atende pela alcunha de Galinho de Quintino.
Quando fui conhecer a Toca, tirei algumas fotos agarradas no pescoço do urubu-estátua e não senti mau-cheiro algum...
Todo urubu come carniça?
É claro que não!...
Minha comida é feita na panela.
Gosto desse tipo de comida.
Na brasa é bom, só que é sempre frita e não tolero alimentação de todos os dias com gosto de "pressa".
Mas a panela dos separatistas, dispenso!
A panela dos convencidos que sua turma é melhor, desprezo!
A panela dos que querem convencer que há coerência em seu clube-fechado, detetizo! (Pena que não há aerosol inseticida que acabe com essa "galera"!)
Camisa masculina mesclada de preto e branco, calça branca e chapéu amassado, é o malandro, o tradicional malandro carioca.
Ah, o cara que rouba milhões e milhões num rombo homérico no cofre do INSS também é malandro?
Ah, o sujeito que dá o jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo e surrupia uma dona-de-casa na compra que ela fez com os "vendedores de porta" de uma colcha de casal que custava R$ 560, 00, quando na verdade o tecido era tão ordinário que não passaria de R$ 100, 00 também é malandro?
Que tal o golpe de certos canalhas nas pobres meninas iludidas com a carreira de modelo internacional, cuja "carreira internacional" que atingem é a mais famosa e antigas das profissões, a mulher-dama, massacrada e violentada na alma, no corpo, na dignidade?
Ahn, isso é ser malandro????
"Malandragem, dá um tempo!", como diria o maior ícone do malandro carioca, mestre Bezerra da Silva.
E se viver é morar em algum treco com paredes frias, dentro de um espaço, conjugado, perto da orla marítima com espoucos random, um disse-me-disse de vozerio em jornais, uma virada de ano com o indefectível 'Feliz Ano Novo' perto do Hotel Meridien, derretendo mais que chopp em dias de calor Rio 40 Graus, meu dicionário conotativo pessoal não detectou essa aferição.
Viver não é 'tiração de onda', no descartável jogo do "Eu tenho, você não tem!".
Viver é mais que surfar, corpo aberto ao espaço.
Viver é mais que o espasmo orgástico que provoca o vai e vem dos pulmões com o ar, embora seja o principal critério para nos enterdermos como viventes.
Viver traz a imaginação de dias melhores para mim.
Tão certa quanto aguardar o próximo giro da roldana terrestre.
Viver é ser tão feliz, que nem lembremos que somos felizes!
Já pararam para pensar que da saúde só nos lembramos quando a perdemos? Quando temos que entulhar o organismo com os fármacos que às vezes intoxicam mais do que curam?
Então, que seja assim nossa resplandecência do conceito do que é viver, um frêmito tal que não nos preocupemos mais com ele.
Distraio-me imaginando que viver melhor é sempre a espera eterna dos mundanos!
Viver é saber que tudo isso irá desencantar, um dia, mas que façamos a nossa parte em ao menos sonhar.
Um sonhar objetivo, com luta, com vontade, com ardor.
Sonho que é o doce, também é vontade de progredir.
Sonho que é o doce, também é viver.
Viver, que nem sempre é doce, pode ser também sonhar...
Viver é como o ditado antigo, que nos apregoa que "O melhor da festa, é esperar por ela".
Tento fazer o máximo que posso para que essa espera seja a melhor das esperas!
E esperança, nunca esqueçam, é a última que morre...

(Imagem:
http://franciscolibanio.blogspot.com)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ele é como o vento...


Ah, não canso de repetir: eu ADORO o Vento!
O Vento me traz tudo o que há de mais forte, vibrante, eloquente, destoante, alucinante, envolvente...
Como ADORO o Vento!...
Sempre bom, doce, amoroso, apaziguador, gentil, inteligente, eterno...
O seu sopro é para me lembrar do seu amor, nutrido desde tantos outros planos, e eu, burra para os sentimentos, não havia percebido...
Ah, desde muito tempo que o Vento e eu nos encontramos e desencontramos, nos perdemos no tempo e espaço, mas ele nunca , mas NUNCA de verdade, me esquece!...
Ele pode estar longe agora, no entanto, emana de lá onde está, o seu assobio de amor, e eu me beneficio disso e absorvo toda a sua profundidade de sentimentos, porque aprendi a compreendê-lo.
AGORA EU TE COMPREENDO, meu Vento!
Perdoa, meu Vento, nas vezes que eu não te escutei?
Perdoa, meu Vento, toda a minha incompreensão?
Perdoa, meu Vento, por eu estar tão alojada em mim, que não reconheci você?
Perdoa, meu Vento, pela confusão que faço, logo eu, a que é tão soberbamente 'certa' para tudo?
Meu lindo Vento, eu te ADORO!
E sua força eólica me faz querer seguir, me ajuda a viver, e sentir a vida que lateja a cada sopro seu.
Porque, espertamente, apanho o seu ar e arremesso aos pulmões para o próximo respirar...
Você me traz paz, meu Vento, e tudo que é inerente a todos de sua classe tão nobre:
Você faz a mudança.
Move os moinhos.
Forma as dunas.
Constrói as ondas.
Refresca o verão.
Balança os cabelos.
A minha vida...
O deserto que no meu coração estava, não existe mais; você faz com que seja possível um oásis de emoções até então desconhecido para mim...
E se um dia pudermos nos encontrar de novo ( Eu espero, ah, como espero!), saiba que eu sou ainda a que você conheceu em outros tempos. A mesma, a mesma...
E se nesse dia que nos encontrarmos de novo, eu por acaso esquecer de te dizer algo, se eu tiver algum orgulho e não disser as palavras mágicas que você espera, cobre isso de mim.
E se em nenhum dia eu te disse as tais palavras mágicas, não se preocupe, meu lindo, porque as envio agora, sem culpa, sem receio, livre, como você é, foi e sempre será:
Eu te amo!!!!
Saiba que tudo o que escrevi foi para você.
Quero que se reconheça em cada linha escrita, vírgulas, exclamações, reticências...
Porque o que sinto por você, meu querido Vento, está aqui.
No lugar dos dedos, o coração bate, e transforma em letras, o que ele tanto queria te dizer, embora nem ele soubesse ainda que queria te dizer...


Fiz uma pequena homenagem a você em forma de canção.
Receba-a como forma de declaração de amor porque realmente ela é!
Mudei um pouco a letra original de She's like the wind para He's like the wind para se adequar melhor à minha homenagem ( Patrick Swayze que me perdoe a variação na letra!).
Já homenageei tantas criaturas, mas você, meu Vento, ainda não...
Como não existe tempo cedo, nem tempo tarde, apenas o TEMPO CERTO, então, agora é o tempo, tempo de te falar o quanto você significa para mim.
Não repare minha voz; talvez eu já tenha feito coisa melhor...
Mas perceba a emoção, por favor! Só preste atenção no sentimento, que te manda um beijo, com as cores certas que o amor permite...



He's Like The Wind

He's like the wind through my tree

He rides the night next to me

He leads me through moonlight

Only to burn me with the sun

He's taken my heart,

(But) he doesn't know what he's done

Feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I look in the mirror and all I see

Is a young old lady with only a dream

Am I just fooling myself

That he'll stop the pain?

Living without him,

I'd go insane

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

You're out of my league

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

(He's like the wind)

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

He's like the wind


Tradução:

Ele É Como O Vento

Ele é como o vento através da minha árvore

Ele passeia à noite perto de mim

Ele me guia através do luar

Só para me queimar com o sol

Ele tomou meu coração,

Mas ele não sabe o que fez

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Eu olho no espelho e tudo que vejo

É uma mulher jovem amadurecida, com um sonho

Será que estou apenas me enganando

Que ele vai parar a dor?

Viver sem ele,

Iria me levar à loucura!

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

(Só uma boba para acreditar)

Ele é como o vento

(Só uma boba para acreditar)

This one's for you, my Wind!

Imagem:

http://bebezr.blogspot.com)

sábado, 6 de novembro de 2010

Miragem


Mais um poema direto da minha época do Normal.
Bom frisar que me fiz valer somente do eu- lírico para escrevê-lo, não usando NENHUMA experiência pessoal em sua elaboração.
Os versos vieram não sei de onde; só fui simples instrumento para reproduzi-los no papel...

Miragem

É preciso acreditar-se no que se vê,
Pois a visão poderá tornar-se verdade;
Essa carícia que sinto nos cabelos
Vem desse momento de pura saudade...


Ouvi ainda há um instante,

Um tilintar de copos de uísque;

Uma risada irônica e bêbada,

Antes, um ato degradante.


As discussões acaloradas;

Os presentes de aniversário;

E os beijos de chegada,

São fatos do meu imaginário.


Visualizo as danças proibidas,

Nas quais éramos liberais;

Mas dançávamos às escondidas,

Para não humilhar os outros casais!


Percebo a sua fisionomia alterada,

Ao lembrar-lhe a mudança de idade;

Porém, esta mesma continua adequada,

Aos meus padrões de vaidade.


Vejo o gato siamês ronronando,

Correndo atrás do bolo jogado ao chão;

Outra vez o cachorro esperto chega antes ( malandro!)

Você briga como se ele não estivesse na razão.

Não demonstro nenhum interesse,

Rindo, sabendo de antemão,

Do castigo que julgasse que o cãozinho merecesse!...

A imaginação é mesmo intrigante:

Vi ainda há pouco,

Um sorriso matreiro,

Saindo das cortinas,

E escondendo-se nos travesseiros...


Esses são os meus dias,

Eu depositando a vida inteira,
Minha fé num imaginado retorno, um dia!

Uma ideia vivamente prazenteira.

E essa fé está quando leio e acendo um cigarro;

A luz é o resquício de quem espera e não se cansa,

Mas, o que se pode esperar de um sonho tão bizarro?

A guimba sempre cai,

Queima as letras,

O cigarro acaba...

...Vai-se junto a esperança!...


(Imagem:
Fonte desconhecida

Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)
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