PARA QUEM AMA GATOS

PARA QUEM AMA GATOS
(Clique na imagem para conhecer)

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Vocês conhecem esses "Fab Four"?

Entre "Teorias da Conspiração", como a de que Paul McCartney pode ter morrido - não acredito! - e de Paul McCartney ter vindo ao Brasil por esses dias e ter tocado suas músicas mais envolventes - isso, sim, acredito, e como! - optei em postar uns gatinhos muito dos bonitinhos que encontrei por aí!

Olhem pra cima: não são fofos??????????????

Não tem como vê-los e não ficar impressionada com a paciência do fotógrafo! (haha)

Bem, a pergunta que não se cala: vocês conhecem esses Fab Four?

Pelo rádio tão antigo, das décadas de 50/60, chego à conclusão de que se trata dos próprios Beatles, só que disfarçados!

Será que não se tratava de uma jogada de mestre dos componentes do grupo para ganharem dinheiro a rodo com a compra dos discos pelos fãs, afoitos em descobrir se o Paul morreu mesmo, se há alguma mensagem subliminar mostrando qual 'beatle' usa LSD e talz?

Que jogo de marketing melhor para se vender discos, senão os quatro rapazes se disfarçarem de gatos?...
Beleza e inteligência os felinos têm de sobra!
Venda garantida de milhões de álbuns!...

Vejam se não tem lógica serem eles, nos guiando pela personalidade de cada um?

Acompanhem meu raciocínio (observem a foto da esquerda para a direita):

1.o - John Lennon - cara de líder, bem reflexivo, fazendo o gênero Imagine;

2.o - George Harrison - compenetrado, sério, dando a impressão de estar compondo My Sweet Lord;

3.o - Ringo Star - bonachão, divertido, fazendo o gênero "Ahn... Ahn... Alguém falou comigo?"

4.o - Paul McCartney - etéreo, soberano, magistral , com aquele ar de quem sabe mais, mas é humilde, sabendo que Let it be, ele vai chegar onde quiser... (Eu já disse alguma vez que "Eu me amarro no Paul!"? )

Desculpem-me os muitos fãs dos Beatles mas, para mim, os verdadeiros Fab Four são aqueles gatinhos sobre o rádio, e o quarteto de Liverpool é que tomou-lhes a fama!...

Talento os felinos também têm de sobra, oras!

Quem sabe miar melhor que um gato? (haha)

E eu fico com eles se tivesse que comprar um CD musical.

Sou fã incondicional dos 'miaus': adoro a música que eles 'cantam'!

O resto é conversa pra "boi dormir"...

Ou seria "gato dormir"?

Afinal, esses sapecas bigodudos precisam de 16 horas de sono por dia, né?...

(Imagem:

www.ru.com)

sábado, 20 de novembro de 2010

Um Cavalheiro Real para uma Dama Sonhadora


Estou assim, dengosa que só!
Acho que se alguém tocar na tela do PC, vai escorrer mel! (haha)
O que posso fazer se meu estado de espírito se encontra desse jeito, de puríssimo êxtase, que tantos e todos já sentiram ao menos uma vez durante a existência?
Poema de amor, para o meu amor...
É mel de atrair ursos e abelhas!
Problema: adoro ursos e abelhas... (haha)
E, amor, não fique tristinho, não, 'tá?
Só se ligue no ditado popular, que diz: "Nem tudo que reluz é ouro".
Se há algo brilhante em mim que esteja te incomodando, saiba que é apenas uma luz bondosa, que vem de formatura, em formato de anel...

Um Cavalheiro Real para uma Dama Sonhadora

Ontem tu eras um sonho fugidio,
De amor perdido, em visão embaciada
,
De uma mulher encaixada
,
Nos limites de um castelo frio.


Cavalheiro de armadura reluzente,

Rápido me salvaste do caos
;
Enfrentaste o paradigma do esperar
;
Fez da noite o dia
;
Espalhaste flores para o meu passar.


Mas atravessei rios e lagos,

Não quis teus afagos,
Tropecei no meu caminhar
.
E tu, do alto, à noite, me vias cá embaixo,

Oferecendo ainda o teu brilho lunar...

'Das trevas, fez-se luz'
,
Só não aceitei o lumiar...


Eu, uma Dama, desprezando o desvelo
,
De um Cavalheiro;
Não sabia do apelo,
De um caminhar toda noite
,
Sentindo o açoite
,
Da solidão que dói,
Da tortura da procura
,
Que eu nem sabia o que devia encontrar...


Teu chapéu estendido a mim

Para me perguntar:

- Onde vais, minha querida Dama?

Respondo que não sei,

Digo o que cismo, olhando-te de soslaio,

Prosa por achar que estava a milhas de ti!

Achar que fosse melhor que ti!

Achar que não precisava de teu calor!

Achar que poderia viver sem amor...

Meu castelo era de areia;

Por onde andei, não vi luz,
Só aquele solícito lumiar lunar
.
Soberba e tola,

Queria apenas o brilho,

Brilho de uma manhã solar...

Desmoronada e cansada:

É longo o caminho quando não se sabe onde vai;

É triste o andar quando num só passo se cai...

Continuo o meu passeio
,
Meu girar não é por acaso,

E ele volta,
360 graus num pé só;
Se girou, retorna,

Nem que seja para virar pó...


Envolta num longo vestido
,
A mágica que segue é inebriante:

- Onde está meu Cavalheiro andante?
Que te passas, o que tens?

Ainda há amor num coração ferido?

Ainda há liga para um amor partido?


A magia dos que se encontram
,
Um eterno
déjà vu,
A vida feita de retornos
,
Num ciclo infindável,
Conquanto não enfadonho,

Que faz do amor concreto
,
Do amor eterno
,
Um passo para os que vivem o real sonho...


... E o meu Cavalheiro de armadura reluzente,

Que é muito inteligente,

Num passo rápido(Ele sabe ser preciso!)

Alcançou-me,

Enlaçou-me,

Fez-me a mais feliz das criaturas,

"Sem pecado e sem juízo";

Seria, então, isso, o que chamam de Paraíso?



Sou tua Morgana, meu lindo Acolon,

Sou tua maga, musa, mulher...

Trago o teu cheiro de homem,
Trago o teu hálito de amor
.
Sou para ti, o que quiseres,

Para o que te coube na vida,

Para onde fores, verbo ser ou estar
,
Para o que um Cavalheiro puder.

Não me escondo, não me perco, sou tua:

Sempre,

Para o que der e vier!...




Te amo!


(Imagem:

http://marged.vilabol.uol.com.br)

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Sentindo o sentido da palavra

O que é palavra?
Não sei.
Junção de fonemas e letras para formar um vocábulo?
Talvez.
Idiossincrasia de sentido para cada um de nós?
Aí eu tenho certeza que é...
Se a beleza está no olhos de quem vê, a palavra está na mente de quem ouve ou lê...
Derreto-me, nostálgica, com a buzina...
Buzina não é aquele som enjoado do trânsito agitado na Avenida Brasil!
Buzina não é símbolo de chateação e dedos do meio levantados, junto a impropérios impublicáveis! ("Pi", para cada palavra escrita, não rola...)
Buzina é aquela de um certo Fusca velhinho, de um tio igualmente idoso, que não pôde cumprir o seu papel e calou-se, quando ela era mais necessária.
"Buzina por buzina eu também tenho a minha!", e a pobrezinha, tímida, em meio a tantos termos que não eram da sua 'época', encolheu-se e não "falou" mais nada!
Galinha não é a vadia.
Frangão, Cinzinha, Dolada, Favo, Carijó, os que cacarejam no quintal, os que fazem a festa com os grãos perdidos, e o mato que não se atreve a crescer mais: todos galinhas!
Frangão fala palavrão e puxou ao pai, o 'ido' Vanderlei:
Será que há alguma palavra digna terminada com "u" cantada por um galo?
Gato é aquele felino em miniatura que, cansado de lutar pelo sustento na selva, resolveu reduzir o tamanho para ficar junto dos humanos.
Não, não me falem em ladrão.
Não me falem em achaque de luz na "mão grande"!
Não misturem acepções sem sentido com algo tão amado!
Gato é o animal! Gato é o homem bonito!
Gato é um felídeo sapiente, que caça à noite e não incomoda ninguém...
Granfino não é aquele cara prosa, que tem tanta grana, que nem precisa estudar...
O cara é tão granfino, que nem precisa ser!
Granfino, para mim, é a fábrica da minha cidade.
Granfino aplaca a fome de fubá e farinha da minha população.
Granfino também é gato e é galo...
É para ela que os mamíferos ronronadores correm, é para ela que as aves cantantes cacarejantes correm, é por causa dela que os comedouros são abastecidos de ração e milho picado.
-Vem, Bileca! Vem, Tigrinha! Vem, Frangão! Vem, Arrepiado!
Cadê o rango que estava aqui?
Os gatos e os galos comeram...
E Granfino o que é?
'Ladra' de fome animal!
Paz é amor.
Paz é música de Zizi Possi.
Paz é tranquilidade ( Ou seria o Mar da Tranquilidade?).
Mas não é passeata da paz.
Nada mais conturbado, demagogicamente espúrio, imbecilmente preconceituoso, maniqueísta e defasado, que uma campanha de camisetas brancas de marcas famosas em praia de Copacabana, slogan ridículo impulsionador de vendas, troca de abraço 'amigo Puff' entre os convivas de ponta, para alardear uma paz maldita porque não vem do coração...
Que paz é essa que alguém pergunta?
- Essa camiseta é daquela nova loja que inaugurou ontem?
- Não, a minha comprei em Paris, na última visita que fiz à minha prima. Acho que vou visitar mais a minha prima...
Beijo é carinho.
Beijo é o do beija-flor.
Beijo é tesão.
Mas não é traição...
Minha mente não me alude à passagem bíblica de Judas e o seu beijo pecaminoso.
E o próprio Judas tem outra conotação pra mim:
Judas é Joana D'Arc...
Por que você judia de mim?
Uau! Você é uma pessoa muito decente! Parabéns, você é, 'no barato', um ser humano!!!!
Dicionário sujo, nesse mundo imundo, ao aferir judeu com maldade!...
E tantos cristãos ( Alô! Cristão é qualquer um que acredita em Cristo!) separando seus semelhantes com a sua 'bondade':
- Aquela ali saiu com uma saia curtinha ontem, tinha que ver!
- Foi para a gandaia; ela não presta...
A maior racista que conheci na minha vida real era alguém que acreditava em Jesus.
Separava por cor de pele os colegas de sala que manteria contato!
E por mais absurdo que pareça, ela não fazia nada que pregava o Mestre; parecia não ter lido nenhum dos Evangelhos.
João, Mateus, Marcos e Lucas devem ser nomes de vizinhos que ela andou "pegando"...
Até que são nomes bem bacaninhas... Ela teve gosto!...
Esqueçam os sórdidos políticos!
Corrupto é pássaro da gaiola do Jô Soares!
Ele adorava dólar, e era bem divertido, mesmo que eu nunca o tenha visto...
Zorro é o moço da máscara, defensor dos indefesos, mas é muito mais o doce de palito.
O meu Z sempre foi o do Zorro-doce...
Que me tragam a vitória, com ou sem letra maiúscula!
A vitória minúscula, aquela bem pequena, me consagra os domingos de um não-ídolo Ayrton Senna, mas que agora me esmaga de saudade porque ele sabia assoberbar o ganhar de um povo, que andava tão sem esperança...
Se me trouxerem com o V maiúsculo, viajo para Vitória, terra de minha mãe, capital de Espírito Santo, um dos estados de nossa região Sudeste. (Eu não sei por que insistem em por nomes divinos em lugares! A Cidade de Deus é a "coisa mais linda, mais cheia de graça" que o mundo já viu...)
Z também pode ser de Zico.
Não existe galinho, o raquítico animal filho do galo.
Existe o fabuloso.
Com honra.
Com glória.
Com o manto rubro-negro da Toca do Urubu.
Um certo cidadão que atende pela alcunha de Galinho de Quintino.
Quando fui conhecer a Toca, tirei algumas fotos agarradas no pescoço do urubu-estátua e não senti mau-cheiro algum...
Todo urubu come carniça?
É claro que não!...
Minha comida é feita na panela.
Gosto desse tipo de comida.
Na brasa é bom, só que é sempre frita e não tolero alimentação de todos os dias com gosto de "pressa".
Mas a panela dos separatistas, dispenso!
A panela dos convencidos que sua turma é melhor, desprezo!
A panela dos que querem convencer que há coerência em seu clube-fechado, detetizo! (Pena que não há aerosol inseticida que acabe com essa "galera"!)
Camisa masculina mesclada de preto e branco, calça branca e chapéu amassado, é o malandro, o tradicional malandro carioca.
Ah, o cara que rouba milhões e milhões num rombo homérico no cofre do INSS também é malandro?
Ah, o sujeito que dá o jeitinho brasileiro de levar vantagem em tudo e surrupia uma dona-de-casa na compra que ela fez com os "vendedores de porta" de uma colcha de casal que custava R$ 560, 00, quando na verdade o tecido era tão ordinário que não passaria de R$ 100, 00 também é malandro?
Que tal o golpe de certos canalhas nas pobres meninas iludidas com a carreira de modelo internacional, cuja "carreira internacional" que atingem é a mais famosa e antigas das profissões, a mulher-dama, massacrada e violentada na alma, no corpo, na dignidade?
Ahn, isso é ser malandro????
"Malandragem, dá um tempo!", como diria o maior ícone do malandro carioca, mestre Bezerra da Silva.
E se viver é morar em algum treco com paredes frias, dentro de um espaço, conjugado, perto da orla marítima com espoucos random, um disse-me-disse de vozerio em jornais, uma virada de ano com o indefectível 'Feliz Ano Novo' perto do Hotel Meridien, derretendo mais que chopp em dias de calor Rio 40 Graus, meu dicionário conotativo pessoal não detectou essa aferição.
Viver não é 'tiração de onda', no descartável jogo do "Eu tenho, você não tem!".
Viver é mais que surfar, corpo aberto ao espaço.
Viver é mais que o espasmo orgástico que provoca o vai e vem dos pulmões com o ar, embora seja o principal critério para nos enterdermos como viventes.
Viver traz a imaginação de dias melhores para mim.
Tão certa quanto aguardar o próximo giro da roldana terrestre.
Viver é ser tão feliz, que nem lembremos que somos felizes!
Já pararam para pensar que da saúde só nos lembramos quando a perdemos? Quando temos que entulhar o organismo com os fármacos que às vezes intoxicam mais do que curam?
Então, que seja assim nossa resplandecência do conceito do que é viver, um frêmito tal que não nos preocupemos mais com ele.
Distraio-me imaginando que viver melhor é sempre a espera eterna dos mundanos!
Viver é saber que tudo isso irá desencantar, um dia, mas que façamos a nossa parte em ao menos sonhar.
Um sonhar objetivo, com luta, com vontade, com ardor.
Sonho que é o doce, também é vontade de progredir.
Sonho que é o doce, também é viver.
Viver, que nem sempre é doce, pode ser também sonhar...
Viver é como o ditado antigo, que nos apregoa que "O melhor da festa, é esperar por ela".
Tento fazer o máximo que posso para que essa espera seja a melhor das esperas!
E esperança, nunca esqueçam, é a última que morre...

(Imagem:
http://franciscolibanio.blogspot.com)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ele é como o vento...


Ah, não canso de repetir: eu ADORO o Vento!
O Vento me traz tudo o que há de mais forte, vibrante, eloquente, destoante, alucinante, envolvente...
Como ADORO o Vento!...
Sempre bom, doce, amoroso, apaziguador, gentil, inteligente, eterno...
O seu sopro é para me lembrar do seu amor, nutrido desde tantos outros planos, e eu, burra para os sentimentos, não havia percebido...
Ah, desde muito tempo que o Vento e eu nos encontramos e desencontramos, nos perdemos no tempo e espaço, mas ele nunca , mas NUNCA de verdade, me esquece!...
Ele pode estar longe agora, no entanto, emana de lá onde está, o seu assobio de amor, e eu me beneficio disso e absorvo toda a sua profundidade de sentimentos, porque aprendi a compreendê-lo.
AGORA EU TE COMPREENDO, meu Vento!
Perdoa, meu Vento, nas vezes que eu não te escutei?
Perdoa, meu Vento, toda a minha incompreensão?
Perdoa, meu Vento, por eu estar tão alojada em mim, que não reconheci você?
Perdoa, meu Vento, pela confusão que faço, logo eu, a que é tão soberbamente 'certa' para tudo?
Meu lindo Vento, eu te ADORO!
E sua força eólica me faz querer seguir, me ajuda a viver, e sentir a vida que lateja a cada sopro seu.
Porque, espertamente, apanho o seu ar e arremesso aos pulmões para o próximo respirar...
Você me traz paz, meu Vento, e tudo que é inerente a todos de sua classe tão nobre:
Você faz a mudança.
Move os moinhos.
Forma as dunas.
Constrói as ondas.
Refresca o verão.
Balança os cabelos.
A minha vida...
O deserto que no meu coração estava, não existe mais; você faz com que seja possível um oásis de emoções até então desconhecido para mim...
E se um dia pudermos nos encontrar de novo ( Eu espero, ah, como espero!), saiba que eu sou ainda a que você conheceu em outros tempos. A mesma, a mesma...
E se nesse dia que nos encontrarmos de novo, eu por acaso esquecer de te dizer algo, se eu tiver algum orgulho e não disser as palavras mágicas que você espera, cobre isso de mim.
E se em nenhum dia eu te disse as tais palavras mágicas, não se preocupe, meu lindo, porque as envio agora, sem culpa, sem receio, livre, como você é, foi e sempre será:
Eu te amo!!!!
Saiba que tudo o que escrevi foi para você.
Quero que se reconheça em cada linha escrita, vírgulas, exclamações, reticências...
Porque o que sinto por você, meu querido Vento, está aqui.
No lugar dos dedos, o coração bate, e transforma em letras, o que ele tanto queria te dizer, embora nem ele soubesse ainda que queria te dizer...


Fiz uma pequena homenagem a você em forma de canção.
Receba-a como forma de declaração de amor porque realmente ela é!
Mudei um pouco a letra original de She's like the wind para He's like the wind para se adequar melhor à minha homenagem ( Patrick Swayze que me perdoe a variação na letra!).
Já homenageei tantas criaturas, mas você, meu Vento, ainda não...
Como não existe tempo cedo, nem tempo tarde, apenas o TEMPO CERTO, então, agora é o tempo, tempo de te falar o quanto você significa para mim.
Não repare minha voz; talvez eu já tenha feito coisa melhor...
Mas perceba a emoção, por favor! Só preste atenção no sentimento, que te manda um beijo, com as cores certas que o amor permite...



He's Like The Wind

He's like the wind through my tree

He rides the night next to me

He leads me through moonlight

Only to burn me with the sun

He's taken my heart,

(But) he doesn't know what he's done

Feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I look in the mirror and all I see

Is a young old lady with only a dream

Am I just fooling myself

That he'll stop the pain?

Living without him,

I'd go insane

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

You're out of my league

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

(He's like the wind)

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

He's like the wind


Tradução:

Ele É Como O Vento

Ele é como o vento através da minha árvore

Ele passeia à noite perto de mim

Ele me guia através do luar

Só para me queimar com o sol

Ele tomou meu coração,

Mas ele não sabe o que fez

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Eu olho no espelho e tudo que vejo

É uma mulher jovem amadurecida, com um sonho

Será que estou apenas me enganando

Que ele vai parar a dor?

Viver sem ele,

Iria me levar à loucura!

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

(Só uma boba para acreditar)

Ele é como o vento

(Só uma boba para acreditar)

This one's for you, my Wind!

Imagem:

http://bebezr.blogspot.com)

sábado, 6 de novembro de 2010

Miragem


Mais um poema direto da minha época do Normal.
Bom frisar que me fiz valer somente do eu- lírico para escrevê-lo, não usando NENHUMA experiência pessoal em sua elaboração.
Os versos vieram não sei de onde; só fui simples instrumento para reproduzi-los no papel...

Miragem

É preciso acreditar-se no que se vê,
Pois a visão poderá tornar-se verdade;
Essa carícia que sinto nos cabelos
Vem desse momento de pura saudade...


Ouvi ainda há um instante,

Um tilintar de copos de uísque;

Uma risada irônica e bêbada,

Antes, um ato degradante.


As discussões acaloradas;

Os presentes de aniversário;

E os beijos de chegada,

São fatos do meu imaginário.


Visualizo as danças proibidas,

Nas quais éramos liberais;

Mas dançávamos às escondidas,

Para não humilhar os outros casais!


Percebo a sua fisionomia alterada,

Ao lembrar-lhe a mudança de idade;

Porém, esta mesma continua adequada,

Aos meus padrões de vaidade.


Vejo o gato siamês ronronando,

Correndo atrás do bolo jogado ao chão;

Outra vez o cachorro esperto chega antes ( malandro!)

Você briga como se ele não estivesse na razão.

Não demonstro nenhum interesse,

Rindo, sabendo de antemão,

Do castigo que julgasse que o cãozinho merecesse!...

A imaginação é mesmo intrigante:

Vi ainda há pouco,

Um sorriso matreiro,

Saindo das cortinas,

E escondendo-se nos travesseiros...


Esses são os meus dias,

Eu depositando a vida inteira,
Minha fé num imaginado retorno, um dia!

Uma ideia vivamente prazenteira.

E essa fé está quando leio e acendo um cigarro;

A luz é o resquício de quem espera e não se cansa,

Mas, o que se pode esperar de um sonho tão bizarro?

A guimba sempre cai,

Queima as letras,

O cigarro acaba...

...Vai-se junto a esperança!...


(Imagem:
Fonte desconhecida

Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...