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domingo, 29 de abril de 2012

Scorpions - Eternal Sting



Fui embalada por ninguém menos que meu amigo Damião Dantas (Cacá), do blog English Tips - ele que fala e escreve fluentemente em inglês - no incentivo a postar aqui um poema que escrevi para minha amada banda Scorpions, na língua dos bretões, lançado originalmente no Facebook.
Peguei vários títulos de músicas deles e fiz a composição poética.
Quem tiver vontade e paciência para entender o que está escrito, use o botão de tradução daqui do blog mesmo ou dê um pulinho no Google Tradutor, que é a melhor forma, na minha opinião, para traduções de textos longos.
E se você, querido leitor, não estiver nada a fim disso, não vou ficar magoada: é apenas mais um ataque meu de amor incondicional pela banda, que quem lê pode, sem complexo de culpa, passar "batido"...



* SCORPIONS - ETERNAL STING *, by Mary Miranda



Blessed it was the day WHEN YOU CAME INTO MY LIFE!...
I've asked for Lord: SEND ME AN ANGEL!
And He heard me, sending to Earth, 5 ones once a time...
You give me gladness, tenderness, faith, and love!


LOVE IS BLIND, I know, LOVE ON THE RUN, a LOVEDRIVE...
LOVING YOU SUNDAY MORNING sound me LOVE IS WAR...
No problem: I'm IN SEARCH OF THE PEACE OF MIND;
I just want TO BE WITH YOU IN HEAVEN!!!!


We realize rock like BAD BOYS RUNNING WILD in BIG CITY NIGHTS,
That is THE ZOO where MONEY AND FAME, make THE GAME OF LIFE!...
You've shown me, EVERY MINUTE, EVERY DAY,
That PASSION RULES THE GAME, and we don't need to live a PICTURED LIFE...


Come on, say to me: ROCK YOU LIKE A HURRICANE!
Be quiet, I adore your tender storm, a careful wind,
A WIND OF CHANGE!



How it's good, we walk UNDER THE SAME SUN,
COAST TO COAST in this CRAZY WORLD!
There is no BLACKOUT in my road;
YOUR LIGHT shines on my walk, whatever I go!
Oh, I CAN'T LIVE WITHOUT YOU!...


Hidden in the room, sleeping or awake, into my LONELY NIGHTS,
I've begun my own countdown: 321,
Waiting for the MOMENT OF GLORY,
When I'll see you EYE TO EYE!




Yeah, sweet angels, you've known THE FUTURE NEVER DIES,
We are LIVING FOR TOMORROW, so THE BEST IS YET TO COME!
Because of this thought, I implore: DON'T STOP AT THE TOP,
There you are, and here I am, NO LIMIT for the ROCK ZONE!...


But if it is really the end, let me to say to you something there is
HERE IN MY HEART...
Everywhere, out there, when or where, ALWAYS SOMEWHERE,
I'll keep my devotion for you!
Today, tomorrow, forever, I don't care:
I'll be, for the rest of my life, STILL LOVING YOU!...


(Imagem:
Fonte desconhecida
Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Eu já...


Depois do estrondoso sucesso, o internacionalmente conhecido artigo intitulado "Eu nunca...", após as muitas quedas ao chão por causa dos muitos "copos" de bebida alcoólica que "estragaram" os tantos fígados alheios, venho com mais uma balançada "memística" para a blogosfera, o "Eu já...".
Passado o ataque de engrandecimento abertamente exagerado, convido vocês a conhecerem esse meme, que é bem parecido com o outro, sendo que as afirmativas serão ao contrário.
Enquanto no "Eu nunca...", a pessoa enumerava o Top 10 das coisas simples e corriqueiras que nunca fez na vida e que todo mundo sim, aqui serão as proezas que realizou, mas que quase certo de que a maioria das outras pessoas, não...
De exatamente igual ao primeiro, está a graça de se ser "raro", isto é, a lista deverá conter itens que praticamente só aquela pessoa realizou (ou bem poucos!).
Quem ainda não conhece as regras do meme, leia aqui!



EU JÁ...



Eu já fui oradora de turma;

Eu já andei 6 km a pé sem me cansar;

Eu já ouvi a mesma música 8 vezes seguidas com gosto; *

Eu já comi acarajé legitimamente baiano;

Eu já vi a árvore pau-brasil ao vivo;

Eu já conversei com um escocês que falava a língua portuguesa fluentemente;

Eu já tive um texto meu publicado em jornal de grande circulação;*

Eu já fui "zoada" por humorista famoso;*

Eu já recebi música dedicada num show por um cantor de banda conhecidíssima;*

Eu já consegui ser atendida em menos de 20 minutos em um banco.


*A música ouvida muitas vezes foi Grito de Alerta, com Maria Bethânia. Houve uma época em que apreciava essa cantora. Além disso, estava muito apaixonada por um rapaz por aqueles tempos...

*O texto foi um escrito por mim, aos 11 anos, para um concurso de Redação e Desenho para o Jornal do Brasil. Tirei em 20.o lugar.

* O humorista foi o Costinha, quando eu, minha mãe e meu tio fomos ao Teatro Carlos Gomes. Estávamos sentados na primeira fila, e eu comendo biscoito. Ele, brincalhão que era, sapecou bem alto: "Está com fome, minha filha?" . Geral riu e eu também! (Saudades dele!!!!).

* O cantor foi o
Rogério Flausino, da banda Jota Quest. Fomos eu e meu amigo assistir ao showmício dos artistas, no Via Show, aqui em Nova Iguaçu. Ficamos juntinhos do palco (dava até para escutar a respiração deles!) e quando Flausino iniciou a música Hoje, olhou em minha direção, sorriu, apontou com a mão e cantou literalmente para mim! Que emoção!!!! Aquele mineirinho risonho e bonito me dedicando uma música!... (Claro que a mulherada se roeu de inveja! ha) Meu amigo até bem depois desse dia, ficava me cutucando, dizendo que fui "cantada" pelo Flausino, quando ele sabia muito bem que o intérprete apenas cantou para mim...



Para dar prosseguimento a essa reunião das "raridades proéticas", reconvido os mesmíssimos participantes do
Eu nunca... É a chance de vocês provarem que são "raros" tanto no que nunca fizeram tanto no que já realizaram!!!!

Lê-se (em ordem alfabética):






(Imagem:

Fonte desconhecida
Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Mary Miranda Frases III


Vamos para a terceira edição do Mary Miranda Frases?
Aqui você encontrará alguns pensamentos mais recentes que andei escrevendo por esses tempos, e se quiser acessar os outros, basta clicar em MM Frases, minha página aqui no
Fatos de Fato.
Leia e depois me diga se gostou!!!!



"Quando começou a minha história de vida? No momento em que nasci? Não, quando eu disse, pela primeira vez: "Pode deixar comigo!"


"Minha vontade era falar para as pessoas o quanto elas são ridículas em dadas situações! Mas a voz interior, sempre grita: "Cuidado, porque o efeito "bumerangue" é imperdoável!..."

"Eu não sou bem o que as pessoas pensam que sou embora esteja longe de ser uma incógnita!..."


"Fale uma palavra qualquer para alguém e sinta a pressão: nada do que se diz passa impune!..."


"Aquele que gosta de trabalhar, tem até preguiça de descansar..." ( Do meu mano do meio, Henrique Miranda)

"Gatos são "patrões" engraçados! Ainda que sejam exigentes com os donos, que tratam feito "empregados", os pagam adiantado com o melhor salário que existe: AMOR!"

"Alguém me ignorar, é fácil; ser EU é que é IMPOSSÍVEL!"


"Saber sobre tudo, deve ser muito chato! As perguntas são sempre mais criativas que as respostas..."

" Nunca esqueço a fisionomia de uma pessoa com a qual conversei por 10 minutos que sejam. Posso não lembrar-lhe o nome depois, mas pessoas são sempre maiores que nomes..."

"Tenho um defeito grave: não me arrependo do que faço! O meu único arrependimento das coisas erradas que já fiz, é por não ter perguntado a ninguém se eu estava certa!..."

" Quem disse que a vida começa aos 40? Das duas, uma: ou era louco ou muito otimista!..."

"Você nunca conseguiu ler meus pensamentos antes? Agora, você consegue..." (Sobre o espaço Mary Miranda Frases)."

domingo, 15 de abril de 2012

Cabelos longos: marcas de comportamento

(A cantora paraguaia Perla ficou famosa pelos lindos cabelos longos)

Já falei de cabelos uma vez - e dos longos- só que optei por fazer um outro artigo, usando a mesma temática com novos elementos...
Sabe-se lá por que, mas cabelos longos sempre causam rebuliço, seja mulher usando ou homem! É como se fossem uma marca registrada... Sempre há um critério "por trás" , quando alguém os possui, no imaginário da sociedade.
Nos tempos de Jesus, cabelos extensos escorrendo pelas costas, quase pela cintura, eram aqueles que sacodiam para lá e para cá, marca de uma época onde ser homem e mulher correspondia mais às tarefas desempenhadas por cada qual, do que pelo uso da moda, envolvendo nesse critério os cabelos e as vestes . Hoje em dia, alguém se pergunta: "Por que fulano(a) tem um cabelo tão grande?", e não se abstém em indagar à pessoa ou "cravar" a seta da curiosidade em quem mora próximo...
Para os nossos antecedentes milenares, o normal eram os imensos cabelos, até por comodidade, pois as profissões barbeiro, cabeleireiro, etc., tomavam o formato "artigo de luxo", e se não me engano, só os faraós se permitiam o corte dos pêlos da cabeça. (Quase ninguém pára para pensar, mas "cabelo" é tão pêlo como qualquer outro fio que nasça no corpo. Com o diferencial que, como somos humanos, inventamos um nome diferente, apenas isso: só os Homo sapiens têm cabelos...)
Quando se faz promessa, o ponto de "sacrifício" é o não-corte, para que alcance alturas impensáveis; quando há alguma rebeldia, alguém quer deixá-los compridos e... (eca!) sujos (alguma coisa a ver com os hippies, talvez); religiões que acham que "santidade" e cabelos não-cortados favorecem ao crescimento espiritual, sobretudo nas mulheres (os protestantes ortodoxos e os muçulmanos que o digam!); e as "tribos" - com ou sem aspas- que fazem uso da "longitude" dos fios negros, castanhos ou loiros para a "marca de território".
Aliás, o quesito "tribo" já dá uma página inteira!...
Olhemos um homem nas ruas e observemos seus cabelos compridos. O que vem a nossa mente? Que o sujeito em questão é roqueiro! Descobrimos mais adiante que ele não é um apreciador de rock... "Então é surfista!", alguém conclui. O dito também não é surfista, só para contrariar... Às pressas, solta-se uma voz interior: "Ah, esse cara é índio!" Descobre-se também, que não se trata da etnia das tribos sem aspas! NENHUM homem usa cabelo comprido, hoje em dia, se não pertencer a alguma "facção"; cabelos longos pertencem à classe do "conjunto", cujos membros devem estar em "harmonia" com sua ideologia!... Unindo cabelos extensos, roupa amarrotada e suja, barbas nada bem tratadas, a resposta se faz tão fácil, que eu nem deveria inclui-la: "É mendigo!" (Pobre ser do sexo masculino que usa longos cabelos sem uma explicação social! Vai ter que passar a vida respondendo a "inquérito"!...)
Em mulheres, cabelos abaixo do ombro significam sensualidade, marca de uma fêmea humana que chama a atenção. Os comerciais de shampoos e condicionadores, já conhecedores desse jogo social, sempre colocam modelos lindas e o sacudir da cabeleira imensa, com um brilho e sedosidade que só existem lá, nas propagandas ; nós que não cuidemos, fio por fio, para ver se a natureza colabora?... Feliz era Brooke Shields em A Lagoa Azul, que nadava todo dia naquelas águas paradisíacas e nem precisava pentear as madeixas, sempre acordando esplêndida, como se passasse o melhor kit-beleza capilar do Universo! (Ainda vou mergulhar naquelas águas... Deve ter algum segredo ali que ninguém me contou!...)
Algo a se pensar também é uma marca de comportamento entre as mulheres quando os mantém presos ou soltos. Repare que prender cabelos se faz necessário quando está calor, mas em tempos amenos, por que certas mulheres os mantém com presilhas? É porque se inclui em "arma secreta" de sedução: quando uma mulher quer conquistar um homem de seu interesse, dificilmente ela os prenderá, a despeito da temperatura altíssima que esteja no dia... Eles sempre presos, é o normal; soltos, a novidade que renderá em "bons frutos" de conquista!...
Ao contrário do homem, mulher que quer radicalizar, corta o cabelo , "batido" no crânio, estilo "Joãozinho"! Na verdade, o sexo feminino, quando quer se mostrar "livre", deteriora com os sinais de feminilidade dos quais deveria ter orgulho! Queima sutiãs, não usa maquiagem, xinga e gesticula de maneira rudimentar, sobrepuja a sensibilidade e descarrega no cabelo, aquilo que a realidade opressora não satisfaz; ser vaidosa nunca foi, é e nem será motivo para sentir-se "menor" diante de um homem!...
mulheres, no entanto, que optaram pelos cabelos curtos por serem mais práticos de se cuidar ficando, muitas delas, tão bonitas e sensuais quanto qualquer outra. (As mulheres e os cabelos são uma relação de amor e ódio: às vezes eles "aprontam" conosco, mas nós não sabemos viver sem eles, longos ou curtos!...)
Eu, particularmente, uso os meus bem compridos e negros, passando longe de qualquer satisfação de "grupo". Gosto deles assim, embora os tenha mantido cortados pela orelha, em fases de minha existência: uma na infância, outra na adolescência e outra na idade adulta. Bom destacar - só quem teve cabelo longo em período escolar é que sabe!- que minha mãe teve que cortar na infância, por causa dos muitos piolhos que peguei! (Eles pareciam brotar no couro cabeludo; era impressionante!) Uma época eu os deixei cortados por causa de modismo entre as colegas, mas meu íntimo é de comprimento exacerbado! Eu os sinto como fazendo parte da minha personalidade!...
Em certas profissões, há uma assimilação de cabelos longos com desleixo (vai saber por que isso!). Mulheres advogadas e competentes são assimiladas com o tamanho mínimo dos fios capilares e homens advogados, bem... se forem carecas, é melhor! Políticos podem ser corruptos, pusilânimes irreversíveis, que o povo os perdoam e até os reelegem. Eles só não podem ter cabelo pelo ombro... Policiais, pilotos de avião, militares em geral, não são bem vistos pelas madeixas acompridadas, sejam homens, sejam mulheres!...
E para complementar o cerco armado em volta dos cabelos compridos, um pensador de nome Arthur Schopenhauer, me sai com essa: "Cabelos longos, ideias curtas".
Se esse moço estivesse vivo, eu o empertigaria com a constatação que teria sobre mim, uma representante orgulhosa do comprimento anormal capilar. Pois a Mary, que aqui escreve neste exato momento, de cabelos longos tem tudo, mas de burra, é que não tem nada...


Puxando a "brasa para a minha sardinha", deixo a todos o vídeo da canção Cabelos negros, de Eduardo Dusek. Ao ouvir essa música, sempre tenho um sonho secreto de que ele a compôs para mim. O meu lado sonhadora é do tamanho que se medem os fios de meus cabelos... (Clique no título da música para apreciá-la!)


CABELOS NEGROS - Eduardo Dusek


(Imagens:
Fontes desconhecidas)

quinta-feira, 12 de abril de 2012

Still loving you e o "baby boom"


É isso mesmo, nem vou disfarçar porque seria muita cara-de-pau minha: o artigo tem Scorpions na jogada! Mas não é sobre a banda propriamente dita, e sim, o poder que uma música consegue ter para um povo, situação, comportamento, que minha visão se prende hoje.
Só há bem pouco tempo fiquei sabendo de um fato curiosíssimo que, como pesquisadora detalhista, apurei com mais afinco.
Bem, claro que todo mundo já ouviu Still loving you , da infectível e mencionadíssima banda alemã aqui por mim revisitada à exaustão, e quem não a escutou, vou "zoar" até o fim dos tempos, chamando este ser de ET bizarro e dos mais desligados!
Resolvida essa etapa, vamos ao que me predispus enfocar, o argumentado poder de uma música.
Lançada em 1985, Still loving you atingiu praticamente todos os topos imaginados, comentada, cantarolada, observada e amada nos quatro cantos da Terra. Indo mais longe, causando "barulhos" mais íntimos em lugares que só os amantes conhecem...
Num "time, it needs time" e outro, casais trocaram juras de amor, e num "try, baby, try" mais sugestivo, formaram os muitos bebês europeus!
Pasmado está quem esteja lendo, e nem preciso de sobrenaturais poderes para adivinhar isso. O fato é que a romântica, lindíssima, histórica e marcante canção, embalou os apaixonados de tal modo, a levá-los ao perdão das mágoas amorosas, reconciliação, beijos calorosos e o amor feito para os casamentos duradouros! Num clima tão propício ao romance, era natural que a ligação dos casais formados, resultasse em filhos.
Klaus Meine cantando Still loving you no Rock In Rio 1985
Por toda a Europa, sobretudo na França, o aumento da natalidade foi considerável! Um apresentador de TV, ao entrevistar a banda, havia comentado, em tom de brincadeira, sobre a responsabilidade dos componentes por terem causado os baby boomers franceses. Eles riram muito e não acreditaram... O Governo francês, no entanto, com dados estatísticos nas mãos, tempos depois, confirmou aquilo que os músicos alemães não deram crédito. Risonho, Rudolf Schenker, guitarrista, respondeu: "Eu sei, mas é difícil de acreditar assim mesmo..."
A coisa poderia parar por aqui pois, por si só, já é algo fascinantemente incrível, mas não posso parar porque tem mais, adoravelmente mais...
Muitos baby boomers europeus e oitentistas que nasciam meninas, foram registrados com o nome de Sly (significa "dengosa" em português), palavra interessante por ter sido formada pelas iniciais de Still Loving You, como homenagem àquela que salvou muitos amores perdidos e fez conhecer tantos outros!...
Quando a banda já estava para lançar o último álbum Sting in the tail, um casal contou a Matthias Jabs, também guitarrista, uma das muitas histórias envolvendo a canção, afirmando que deram o nome Sly à filha. Como fora provado em certidão de nascimento e o ano de 85, Matthias falou aos colegas sobre essa passagem. Os inspirados de Still..., Schenker & Meine, compuseram a canção com o nome da menina, uma homenagem à homenagem...
Nunca imaginei que Still loving you e o baby boom pudessem ter alguma ligação, em qualquer lugar que fosse!
Muita gente argumenta que foi a letra forte, embora doce da música, que ocasionou essa explosão de natalidade. Outros evidam no arranjo bem construído, a vitalidade para junções amorosas.
Por meu turno, creio que tenha sido o todo da música, com destaque percentual maior para Klaus Meine, o vocalista, que joga tudo ali: a emoção, o vigor da voz, a dramatização e o melhor: ele acredita na música!
A despeito de tantos anos a entoando nos milhares de palcos pelo mundo, Klaus ainda fecha os olhos para cantar Still... Ele sente cada acorde e se concentra inteiro. Sempre me parece que se transforma na própria melodia, num transe que o faz viajar a milhas de distância, para um lugar entre as estrelas, a infinitude de um amor que ainda está por vir!...
Devo revelar que foi essa interpretação incontestavelmente magnífica de Klaus, que fez o começo da minha alucinação pela banda Scorpions, e só não pude fazer parte da estatística das pessoas que tiveram bebês nessa época, porque eu mesma era um bebê...


Obs.: O filho de Klaus, Christian, também nasceu em 1985...

Christian Meine


Para aqueles que já conhecem a balada poderosa, os 99,9% da população mundial, e para os "ET's bizarros e desligados" restantes, dois vídeos: o de Still loving you e da homenagem que a canção recebeu, Sly.


STILL LOVING YOU




SLY






(Imagem:
http://ourdreambox.blogspot.com

Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)

sábado, 7 de abril de 2012

Alguns famosos e seus gatos

Em época de scoa, só se fala em Coelhinhos e seus chocolates em formato de Ovos! (Mas pergunte a quem esteja se derretendo no cacau, lambuzando os dedos e a boca, se sabe o que o coelho tem a ver com essa história cristã-milenar!...)
Não estou para preceitos religiosos, nem para indagações sobre isso ou aquilo; deixemos os Coelhos em paz no seu "cargo vitalício"!
Assunto que me interessa é outro, buscando no meu "site" mental!
Lembrei que muitos famosos têm a mesma paixão que eu por gatos, e alguns têm tanta, que chegam a homenageá-los como se fossem pessoas!
Aposto - e dinheiro alto! - que muita gente está se perguntando: "Por que diabos a Mary lascou, como foto de abertura, uma imagem dela com um de seus felinos, num artigo onde fala de famosos e seus gatos? É muito da presunçosa essa tal de Mary Miranda..."
Lanço o meu socorro rápido para os intrigados: é que, para um animal de estimação, não existe alguém mais famoso que o seu próprio dono!... (me safei de boa nessa, hein? ha)
Abaixo encontram-se (ufa!) as fotos que todos vieram buscar!




Alguns famosos e seus gatos



KATY PERRY

PAUL MCCARTNEY


JOHN LENNON


GEORGE HARRISON


PETE DOHERTY


STÊNIO GARCIA


PITTY


LOBÃO

ALFONSO RIBEIRO


CAMERON DIAZ


KURT COBAIN


NICOLAS CAGE


DAVID BOWIE


FREDDIE MERCURY


Deixei por último o Freddie, para uma explanação maior sobre a relação do cantor e os felinos domésticos.
Reza a lenda, que o vocalista da banda Queen era tão fascinado por gatos que, por tradição, antes de iniciar algum show, ligava para casa, pedindo para pôr no fone um deles, para que o miado lhe trouxesse sorte.
Sua paixão arrebatadora era, sobretudo, por uma felina, a Delilah (que está na foto em seu colo), para a qual escreveu uma canção de mesmo nome.
Quer mais adoração desse querido gateiro? Chegou no estúdio com a música composta e já arranjada para gravar, mas o produtor não quis porque as composições já tinham sido todas escolhidas para o álbum. Houve uma discussão entre ambos e o produtor foi para a casa.
No outro dia... Surpresa! Freddie convencera os músicos a gravarem, e Delilah estava devidamente encaixada no álbum!
Valeu a luta do cantor. A canção é mesmo uma ode aos gatos, uma prova de amor eterno por esses ronronadores adoráveis!
Trouxe o vídeo com a mencionada música. Repare no arranjo e nos "miados" de Freddie. Mais: repare na guitarra-solo! Só quem cria gatos é que sabe o quanto o cantor-compositor foi de uma sensibilidade para lá de fiel aos felinos e suas manhas!...







(Imagem de abertura:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com - Arquivo Pessoal)
Imagens:
Fontes diversas)

quarta-feira, 4 de abril de 2012

30 anos de Tootsie

(Dustin Hoffman,perfeito no papel de uma mulher em Tootsie)

"Um homem que vira mulher"... É o que insistem em definir o majestoso filme Tootsie com o esbanjadamente talentoso ator Dustin Hoffman.
Mais que uma obra de "mudança de gênero situacional", Tootsie é uma das mais importantes da história do cinema!
É considerado gênero comédia, embora entre um riso e uma mordiscada no lanche que se esteja devorando, enxerga-se a profundidade dos atos de desespero.
O personagem de Dustin, um ator fracassado que precisa pagar as contas, se aventura em travestir-se de mulher para abocanhar o papel em uma telenovela. Sucesso tão estrondoso acontece, que ele tem que agir dessa maneira também na vida real.
Maquiando-se a rigor, convence. Convence pelo poder que temos, pela necessidade de sermos o que precisamos ser, o que o estômago, que fornece não só a fome física, mas de alimento de alma, exige, e saímos "rasgando" padrões, pedindo licença porque queremos passar...
Hoffman é um desses artistas que fazem o que querem: absurdamente bom em seu talento natural, a dramaturgia agradece por ele não ter ido para outras vértices de arte!...
Na minha leiga opinião, é disparadamente a melhor performance do ator, ainda que destaque Perdidos na noite como quase igualmente notório (também gostei de sua atuação em Kramer X Kramer, mas não o curti muito em Rain Man. Infelizmente, me soou como caricato demais...).
Não por acaso, é considerado uma das melhores comédias já encenadas na sétima arte, e - devo repetir-, Hoffman estando em uma das suas melhores atuações, tendo o premiado Sidney Pollack, como o diretor. (Vale o destaque para as 9 indicações para o Oscar e as 6 horas de maquiagem para que o ator se tornasse uma mulher convincente. Sim, e que o nome Tootsie foi uma sugestão de Dustin, um apelido de infância dado por sua mãe).
30 anos de Tootsie... Incrível que ainda seja tão real, as adequações que fazemos para nos virarmos para a existência! Mentimos, escondemos, disfarçamos, encostando em algum canto, a tendência natural de querermos fazer o que é certo... O personagem dá a impressão de que, se não fosse vestir-se de mulher, seria QUALQUER outra coisa por um papel que lhe garantisse comida na mesa e o reconhecimento do público.
Eu era adolescente quando o assistira na Sessão da Tarde e a despeito da já bem percorrida estrada, o filme mostrou-se encantador! Quando avistei Dustin naqueles trajes femininos, juro que pensei que fosse um dublê: eu vi uma mulher e não um homem trajado qual uma!...
Para o lado de Michael (seu personagem na ficção) andaria tudo às mil maravilhas, se não fosse o amor ( ai, o amor, sempre ele!). Como não demonstrar sua afeição profunda pela companheira de elenco (que não sabia que Michael se tratava de um homem), que buscava nele um suporte psicológico para se sentir uma grande atriz e que o convidara a passar um fim-de-semana em sua casa, sem interesse, apenas por que adorava a sua companhia? Era pedir demais não amar a quem nos quer tão bem...
Ele não era o que chama de uma pessoa doce. Seu temperamento rabugento já fizera com que vários diretores não o contratassem. Só que a personagem vivida por Jessica Lange (sua magnitude em cena lhe rendeu o Oscar de melhor atriz coadjuvante) despertou naquele homem soberbo o bastante para se sentir o maior, uma ternura desconhecida. Influenciado pela colega de trabalho, pelo próprio travestimento que lhe exigiam horas de composição em sexo feminino e pelo filhinho da colega que tivera o prazer de conhecer no fim-de-semana mágico, aquele homem começou a despertar para o humano perdido que lhe escapara em tempos idos.
Aconselho, por fim, aos amantes de trabalhos de qualidade, a dar uma olhada com muita atenção nesse filme. E se quem o assistir não esteja com vontade alguma de rir, nem de refletir, assista apenas a uma cena.
Há uma passagem triunfal onde a obra poderia começar e terminar ali onde, vestido como a personagem da novela, Hoffman pela janela assiste a amada e seu filho correndo pelo quintal coberto de sonhos. A lágrima e o amor, a vontade e o desmantelo, a liberdade e a perda, a inocência e a sagacidade... Ali, tudo reunido numa única transmissão de que vale a pena existir!
E se quem assistir quiser chorar, se deixe lavar pelas "cascatas" dos olhos! A música It might be you, de Stephen Bishop é, sem precisar de contexto, por si só uma lembrança de que ainda temos um coração. A humanidade para aqueles que se esquecem de apenas serem...

A passagem inesquecível de Tootsie, para a nossa apreciação!!!!





(Imagem:
http://cinemaepipoca.blogspot.com )

domingo, 1 de abril de 2012

7 bons motivos para se ter um blog


Motivo, cada um tem o seu, mas cabe uma revisitada na ideia de "blogagem".
Eu creio que os blogueiros não sejam diferentes tanto assim uns dos outros, ao menos no tocante dos fatores que os levaram a possuir um blog.
Posso dizer que ter um espaço cibernético nesse sentido, é parecido com montar um comércio: é natural que o "produto vendido" seja da área de ação ou entendimento do editor...
Uma vez que se monte um blog, por que é legal que ele exista? Que benefícios trará ao blogueiro?
Pensando nisso, resolvi criar 7 tópicos que poderão abarcar - ou não- esses benefícios que, ainda que não traduzam no sentido completo, acredito resultará em formatação geral.


7 bons motivos para se ter um blog



Ótimo canal de exposição de ideias;


* Ajuda a melhorar o intelecto, através de bons comentários;


* Serve como interação em redes sociais com público afim;



* Desenvolve uma atenção maior com a escrita, para não se cometer erros ortográficos;




* Oportunidade de formar-se laços de amizade;


* Atua como terapia, já que o blogueiro, enquanto escreve, se distrai dos problemas;



* Permite um sentimento de utilidade ao editor pois, mesmo que de maneira humilde, um artigo escrito pode servir para quem o leia, em sua vida prática.



Você tem outros bons motivos para se ter um blog?
Compartilhe conosco!!!!


(Imagem:
http://alicenopaisdaautenticidade.blogspot.com
Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)
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