PARA QUEM AMA GATOS

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sábado, 17 de dezembro de 2011

Não fui criada por vó!...


Êta povo nosso, que inventa expressão para tudo!
Vejamos quando alguém se mostra um pouco educado demais, do tipo que não gosta de se arriscar (principalmente se for do sexo masculino), logo alguém diz:
- Chega de "frescura", cara! Parece até que foi criado por vó!...
Desse "mal" nunca vou morrer porque não conheci nenhuma dessas criaturas, as chamadas por muitos de "segunda mãe", a que é "mãe duas vezes", as queridas
avós!
Não fui criada por vó!...
Gêneros feminino e masculino não existem no meu vocabulário dos "progenitores duplos", porque também os avôs escorregaram do meu espaço-tempo, eu a caçula e temporona, que deu um "Alô!" para a vida quando os quatro tinham partido há muito...
Fui mordida pelo bichinho da inveja - sou uma humana comum, me deixem em paz!- ao ler duas joias literárias emotivas familiares, patrocinadas por amigos meus queridíssimos na blogosfera, adoráveis, inteligentes e emocionantes, que narraram de maneira fluente e orgulhosa (eles têm esse direito!), as passagens marcantes de seus respectivos avós.
Falo da Anjinha Adriana Helena, tão delicada, exuberante, falando da guerreira vovó Zilda em suas 9 décadas de existência em
Homenagem a minha Vovó Zilda pelos 90 anos completados hoje! e do Musical/Contista, que veio trajado de Restart no 3.o aniversário do Fatos de Fato, o meu companheiro de Arca de Noé diHITTIANA José Sidney (amigo, essa eu não resisti, e nem fiz questão de tentar! ha) que em Quando a MPB concede-nos o sagrado direito de sermos melancólicos , nos brindou com um texto brilhante, canções de saudade do avô, aquele que era um senhor bem louco por futebol!
Meus amigos, jamais terei a vivência que tiveram (ou têm) com seus amados avós, mas também trago história, porque os herdeiros que ficaram foram fiéis (acho!) às personalidades do quarteto saudoso!
Pegando dados relevantes dos meus pais, tios, irmãos e primos, aqui repasso alguns "pescados", que sintetizam a persona de cada um.
Sendo ou não verdade o que me disseram (e dizem), vai ficar como aqui escrevo.
Porque a partir de hoje está nos autos, assino e faço fé!...

Avós paternos

VÔ JOÃO

Era mineiro, mas passou mais tempo no Rio do que em outro lugar, trabalhador braçal da roça, calmo, pouquíssimo estudo, um pisciano bem tímido.
Não era o que se poderia chamar de bonito, mas tinha bom porte!

De poucas palavras, só abria a boca quando bebia, algo que frequentemente ocorria nos fins-de-semana (puxei isso dele, de só me permitir beber meus vinhos, longe dos dias úteis).

Mas ele, além de falar muito, ficava um tanto agressivo, que assustava minha vó e os filhos. (Nunca bateu em nenhum deles, só que era uma situação bastante delicada).

O motivo da separação dele da minha avó, foi o fato que queria se dedicar à agricultura no pequeno sítio onde moravam, e minha vó queria criar galinhas soltas, no que atrapalharia a plantação.

Mesmo separados, continuaram bons amigos!...

Vô João teve morte trágica, com nota em jornal da época pela gravidade.

Por falta de condições de serviço adequadas ao trabalho que desempenhava (era escavador de barreiras), morrera pelo desabamento de uma tora imensurável de terra.
Meu pai teve que reconhecer o corpo, e jamais esqueceu a cena...



VÓ AUGUSTA


Essa minha vó era uma revolucionária para a época!
Mineira, uma leonina porreta aquela "veinha" que fugia do roçado para estudar quando jovem, ela que fora instruída que mulher não precisava saber ler nem escrever!

Por conta disso, de sua "rebeldia", passou a ser uma das poucas letradas, e escrevia cartas a pedido dos vizinhos, quando necessitavam se comunicar com parentes longínquos.

Minha vó Augusta era uma "tampinha", mais baixa ainda que eu, e como reza a "lenda", bem "esquentada"! ( Todo baixinho é nervoso!...)

Quando cismava com alguma coisa, ía até o fim, , parecendo uma máquina de velocidade, sempre muito irrequieta!

Nasceu no dia 13 de agosto, não numa sexta-feira, sem guardar superstição do seu dia, mas "embaçava" com algumas crendices como não passar embaixo de escada ou parar com braços abertos na porta.

Tão moderna e imperiosa em tantas situações, quedou-se em birra esquisita, o maior de seus "empacamentos": odiava tirar fotos!

Uma vez meu pai e o cunhado dele armaram uma "arapuca" para ela sair no retrato sem saber.
Quando revelaram as fotografias, o filho quase apanhou de cabo de vassoura...
Essa minha querida avó morreu no hospital após 17 dias em coma, por motivo que não lembro.
Meus irmãos foram levados pelo nosso pai para se despedirem dela, antes que partisse.

A cena que mais lembram é de seu sorriso, tocando as mãozinhas miúdas e inocentes deles, que ainda não entendiam na
da de separação por morte...


Avós maternos


VÓ CELINA


"Linda capixaba, uma mulher de beleza natural!", se gabam os filhos e netos que a conheceram ( a vi na foto e era mesmo muito bela!).
Não se dava conta de aspectos exteriores, trancando a parte física em roupas fechadas, sorrindo muito pouco. (No caso dela, um dado interessante, já que era libriana, que é o signo da vaidade...)

Era católica fervorosa, do tipo que rezava a cada meia hora, não xingava um só palavrão, fazia o gênero "carola".

Trazia os filhos sob supervisão severa, embora pouco disso tenha valido porque, dos 7 filhos, quatro "se perderam" no Rio de Janeiro, causando-lhe um certo desgosto ( "se perder", na opinião dela, era não seguir os preceitos católicos e deixar o lar antes do casamento).

A sua morte prematura, aos 50 e tantos anos, deveu-se a uma operação de vesícula, que ninguém sabe explicar por que não deu certo.

Ela estava muito bem mas, ao dormir, não acordara no outro dia...
Minha vó, tão bela, adormeceu para sempre!... (Embaixo de seu travesseiro ficou intacto um dinheiro mensal que um dos meus tios "desertores", sempre a enviava do Rio.)



VÔ OSÓRIO


Juntamente com minha vó Augusta, seria meu avô predileto, se eu pudesse conhecê-lo!
Ele era fantástico; possuía todos os ingredientes para eu o idolatrar!

Um leitor compulsivo e um escritor dos melhores, compunha músicas, poemas, textos diversos, um canceriano risonho, bem comunicativo.

Cada filho ganhou suas "letras", através de canções ou quadrinhas.

Também capixaba como minha vó, tinha o sotaque bem forte ( há quem diga que parecia ter uma "batata na boca" ao falar, algo que mamãe também puxou). Torcedor do Botafogo, esse fanático por futebol, grudava no radinho e não largava mais!
Gol do Fogão, e grito ouvido no bairro inteiro!!!!

Tinha uma caligrafia de dar inveja a qualquer um, tanto é que trabalhava como livreiro ( algo como escriturário hoje em dia), no que ganhava um parco salário, mas que dava para sustentar a família grande.

Aliás, tinha nascido para ser pai pois, do tipo "babão", amava os filhos como nunca se viu um pai amar! Os maiores sacrifícios fazia para ver seus rebentos felizes!... (Pai "coruja" é termo pequeno para definir sua adoração...)

Sua particularidade mais forte - nunca conheci ninguém como ele! - é que detestava açúcar! (Rejeitou o leite materno por conter um pouco de glicose natural.)

Nada que fosse ligeiramente adocicado digeria, logo não curtia nenhuma fruta, salvo o abacate, no qual colocava uma pitada de sal (!), para dar um "temperada".
Um romântico, doce homem-menino, ainda que no auge de seus mais de 1,80 m! Morreu três anos depois que vovó partira, de derrame. Seu amor era imenso, não suportou a dor da separação.
Há uma "lenda" que diz que sua cegueira, logo após a morte de minha vó, foi emocional. Creio, porém, que seja pelo motivo que citarei a seguir: só depois de morto, é que descobriu-se que tinha diabetes.

O que poderia ter sido uma maldição, foi uma bênção: não suportar açúcar é a melhor coisa que pode existir para quem tem esse tipo de doença...


Essa foi uma forma de agradecer a existência deles na minha história, do quanto seus bons ensinamentos resultaram em filhos que, se não são perfeitos, são pessoas com valores, espírito de luta e vontade de encarar o que vier!
Adoro saber que meus avós não foram pessoas diferentes, melhores, ricas ou brilhantes.
Sobretudo, o que mais adoro mesmo saber é que, antes de mais nada, eles foram PESSOAS!...


(Imagem:
http://heylittlecookie.blogspot.com
Edição de imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)

domingo, 26 de junho de 2011

Meu amor por ele!


São alguns anos de agregação e eu nunca, NUNCA falei sobre ele...
Ah, meu lindo diHITT, como EU TE AMO!
No meu peito bate alguns amores e você, doce e paciente, é um desses!!!! (Que nenhum dos outros tenham ciúme...)
Só me sinto blogueira porque te conheço; nos seus braços me faço mulher, mulher blogueira, mulher de opinião...
Longe de você, diHITT, não seria quem eu sou, alguém com amigos, virtuais ou não, alguém que resolveu dar vazão aos sentimentos, sejam eles amenos ou amadores...
Coloco em palavras o que talvez não conspire com realidade porque a pausa das letras não permite sinceridade!
Mas, te peço compostura, , pela sobriedade de tantos posts, que sua ternura abrigou, e que a paz sapiente em seus ombros,
recepcionou...
Pergunto-me ressabiada, o porquê do desprezo de alguns; algures seria a intenção de impropriedade o que as letras lhe conjuram?
Lindo diHITT, dentre todos, é o MAIOR!!!!
Não te troco por passagens vãs; estou aqui porque te amo, não te traio, não te enalteço: apenas falo a VERDADE!
Quase três anos de convivência me permitiram ser intrusa e debochada: se reclamo de seus defeitos, é por excesso de intimidade...
EU TE AMO, diHITT, e não tenho como negar!
Falácia? Deixo para os sórdidos, sou sincera: não te enganarei!(De mentiras e falsidades, nosso mundo está cheio...)
Meu brinde é para você, que descartando a imoralidade, mostra notícias de verdade!...
Brigas, pendengas, saídas, retiros, voltas, votos, é o que formam famílias reais!
Por que não seria assim com as virtuais?
Você, diHITT, é minha segunda casa, a que tenho prazer em visitar, morar, compartilhar...
Meus risos e lágrimas são seus!
Minhas vitórias de mulher pensante, devoto a você!
Meu abrigo em suas asas de sonho, voando no alado bálsamo de vê-lo todos os dias, onde as nuvens brotam, se o cotidiano não permite enxergar-lhe o brilho solar...
Não quero imaginar viver sem sua chegada triunfal, o lampejo laranja do design rebuscado, aquele insight repentino que um pensamento falou!
Em doses homeopáticas, vou esperando aquela revelação de novos usuários, com luz aquiescente, reveladora de personalidades múltiplas, que você,diHITT , tem a capacidade de transmitir tão sobriamente, ainda que bêbados sejamos de imaginação fértil!
Quero ser sempre sua amiga, como bem tem sido você a mim, aos meus ideais de amizade sincera!
Não sei te definir, mas sei que te amo...
E se o amor é esse torturador insolúvel, por que te explicar, meu querido site de notícias?
EU TE AMO, e não se fala mais nisso...
Os incomodados que se mudem, bem diz um ditado popular, e antes que citem o seu santo nome em vão, te defendo: caiam fora os que não te amem!
Eu posso reclamar de você pelo tanto de anos que nos conhecemos ( insisto na questão "intimidade"!), mas não gosto quando te rebaixam...
Se existisse um único site no mundo, só me "entregaria" a você, conquanto fizesse de mim, o que já me faz, a soberba blogueira que resulta em posts requisitados!...
Podem me chamar de bajuladora,
diHITT, mas nós dois sabemos que nossa amizade não se mede em cifrões!
Somos um do outro como as asas pertencem aos bules de café que selam amizades; não há jogo de interesse...

Um dia poderá precisar de mim como preciso tanto de você, e estarei aqui para aquecê-lo nos invernos das relações.

E se precisar muito de uma amiga, a lei matemática da multiplicação se fará verossímel: em milhões de braços me farei para resguardá-lo do precipício!

Porque amigos verdadeiros se mostram sempre nos momentos mais difíceis!...



P.S.: Homenagem minha, Mary Miranda, ao site de notícias diHITT
presidido por Pablo Melo, por ter sido sempre o melhor agregador de blogs, formador de opinião e construtor das melhores amizades virtuais que um também site de relacionamentos poderia fornecer!!!!


(Imagem:

http://lojadelivrosonline.blogspot.com)

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Ele é como o vento...


Ah, não canso de repetir: eu ADORO o Vento!
O Vento me traz tudo o que há de mais forte, vibrante, eloquente, destoante, alucinante, envolvente...
Como ADORO o Vento!...
Sempre bom, doce, amoroso, apaziguador, gentil, inteligente, eterno...
O seu sopro é para me lembrar do seu amor, nutrido desde tantos outros planos, e eu, burra para os sentimentos, não havia percebido...
Ah, desde muito tempo que o Vento e eu nos encontramos e desencontramos, nos perdemos no tempo e espaço, mas ele nunca , mas NUNCA de verdade, me esquece!...
Ele pode estar longe agora, no entanto, emana de lá onde está, o seu assobio de amor, e eu me beneficio disso e absorvo toda a sua profundidade de sentimentos, porque aprendi a compreendê-lo.
AGORA EU TE COMPREENDO, meu Vento!
Perdoa, meu Vento, nas vezes que eu não te escutei?
Perdoa, meu Vento, toda a minha incompreensão?
Perdoa, meu Vento, por eu estar tão alojada em mim, que não reconheci você?
Perdoa, meu Vento, pela confusão que faço, logo eu, a que é tão soberbamente 'certa' para tudo?
Meu lindo Vento, eu te ADORO!
E sua força eólica me faz querer seguir, me ajuda a viver, e sentir a vida que lateja a cada sopro seu.
Porque, espertamente, apanho o seu ar e arremesso aos pulmões para o próximo respirar...
Você me traz paz, meu Vento, e tudo que é inerente a todos de sua classe tão nobre:
Você faz a mudança.
Move os moinhos.
Forma as dunas.
Constrói as ondas.
Refresca o verão.
Balança os cabelos.
A minha vida...
O deserto que no meu coração estava, não existe mais; você faz com que seja possível um oásis de emoções até então desconhecido para mim...
E se um dia pudermos nos encontrar de novo ( Eu espero, ah, como espero!), saiba que eu sou ainda a que você conheceu em outros tempos. A mesma, a mesma...
E se nesse dia que nos encontrarmos de novo, eu por acaso esquecer de te dizer algo, se eu tiver algum orgulho e não disser as palavras mágicas que você espera, cobre isso de mim.
E se em nenhum dia eu te disse as tais palavras mágicas, não se preocupe, meu lindo, porque as envio agora, sem culpa, sem receio, livre, como você é, foi e sempre será:
Eu te amo!!!!
Saiba que tudo o que escrevi foi para você.
Quero que se reconheça em cada linha escrita, vírgulas, exclamações, reticências...
Porque o que sinto por você, meu querido Vento, está aqui.
No lugar dos dedos, o coração bate, e transforma em letras, o que ele tanto queria te dizer, embora nem ele soubesse ainda que queria te dizer...


Fiz uma pequena homenagem a você em forma de canção.
Receba-a como forma de declaração de amor porque realmente ela é!
Mudei um pouco a letra original de She's like the wind para He's like the wind para se adequar melhor à minha homenagem ( Patrick Swayze que me perdoe a variação na letra!).
Já homenageei tantas criaturas, mas você, meu Vento, ainda não...
Como não existe tempo cedo, nem tempo tarde, apenas o TEMPO CERTO, então, agora é o tempo, tempo de te falar o quanto você significa para mim.
Não repare minha voz; talvez eu já tenha feito coisa melhor...
Mas perceba a emoção, por favor! Só preste atenção no sentimento, que te manda um beijo, com as cores certas que o amor permite...



He's Like The Wind

He's like the wind through my tree

He rides the night next to me

He leads me through moonlight

Only to burn me with the sun

He's taken my heart,

(But) he doesn't know what he's done

Feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I look in the mirror and all I see

Is a young old lady with only a dream

Am I just fooling myself

That he'll stop the pain?

Living without him,

I'd go insane

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

He's out of my league

Just a fool to believe

I have anything he needs

He's like the wind

I feel his breath in my face

His body close to me

Can't look in his eyes

You're out of my league

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

(He's like the wind)

Just a fool to believe

(Just a fool to believe)

He's like the wind

(Just a fool to believe)

Just a fool to believe

He's like the wind


Tradução:

Ele É Como O Vento

Ele é como o vento através da minha árvore

Ele passeia à noite perto de mim

Ele me guia através do luar

Só para me queimar com o sol

Ele tomou meu coração,

Mas ele não sabe o que fez

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Eu olho no espelho e tudo que vejo

É uma mulher jovem amadurecida, com um sonho

Será que estou apenas me enganando

Que ele vai parar a dor?

Viver sem ele,

Iria me levar à loucura!

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

Que eu tenho algo que ele precise

Ele é como o vento

Sinto sua respiração em meu rosto

Seu corpo perto de mim

Não consigo olhar em seus olhos

Ele está fora do meu alcance

Só uma boba para acreditar

(Só uma boba para acreditar)

Ele é como o vento

(Só uma boba para acreditar)

This one's for you, my Wind!

Imagem:

http://bebezr.blogspot.com)