PARA QUEM AMA GATOS

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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Em que momento você já foi "fake"?


Um assunto puxa o outro, e no post Por dentro do site fez surgir uma pergunta que demonstrava estar bem respondida em meu senso de blogueira.
Pensando melhor, vi que essa questão fake, quando se trata de blogs, tem "N" visões.
Não vou aqui me atentar a detalhes muito profundos porque - acredito- que esse assunto tenha sido amplamente divagado - sobretudo no ano passado - por blogueiros diversos. (Matéria top, quebrou vários "recordes" de tentativa de averiguação...)
A pergunta que me presto nesse momento é:
EM QUE MOMENTO VOCÊ JÁ FOI FAKE?
Ao me prender à questão, o que tenho em mãos?
Uma retórica com teor avaliativo geral ou diretiva constatadora de inerência humana?
Na minha singela opinião, em algum momento na internet, já fomos fakes.
Muita gente vai quicar no assento dizendo : "Nunca!"
Tudo bem, não precisamos ser tão melindrosos!
Como já fiz uma vez ao escrever um artigo, faço nesse momento, para não deixar ninguém susceptível: eu já usei um perfil fake.
Por quê?
Porque...
Oras, eu era totalmente nova na internet e não tinha a mínima noção de como se usavam certos mecanismos; tinha medo de ser eu.
Utilizei esse "embuste" para poder realizar perguntas e conceder respostas minhas, mas que ninguém pudesse ligar o nome à pessoa.
Por insegurança, coloquei-me com um nome que não era o meu.
Com o tempo, fui tomando ciência das funcionalidades e percebi que poderia ter minhas opiniões, sem problemas.
No diHITT, porém, JAMAIS tive um perfil fake, como poderiam alguns pensarem.
Na verdade, foi em bem poucas ocasiões que coloquei um nome diferente para assinar comentários.
Como expus anteriormente, foi mais por insegurança inicial, que logo se desfez, conforme fui tomando confiança em mim mesma.
Rodopiamos tanto de um lugar para o outro, e voltamos analogicamente à vida, com seus costumes antropofágicos.
O homem é o lobo do homem e quem não "devorou" seu semelhante, ao mentir-lhe o nome ou aspectos pessoais?
Vai me dizer que todo mundo, numa fila de banco, diz seu nome verdadeiro e completo para estranhos?
Vai me dizer que todo mundo, em alguma situação, não afirmou ter uma profissão que não era a sua para disfarçar?
Vai me dizer que todo mundo não "trocou" o endereço, para enganar alguém enjoado ou suposto marginal?
Pressupõe-se assim que, por insegurança ( em 90% dos casos), as pessoas se utilizam de perfis fakes - seja na internet, seja na vida - para se protegerem.
NÃO É NADA BEM VISTO ALGUÉM NÃO SE IDENTIFICAR VERDADEIRAMENTE, MAS SÓ QUEM TEM ESSE PROCEDIMENTO SABE O PORQUÊ...
Eu sei por que não usei meu nome em alguns poucos momentos, e não me arrependo e nem tenho vergonha disso, pois foi para me proteger enquanto me situava na internet; agora, no meu caso atual, não vejo mais lógica.
Quem se entrega a se omitir, tem que saber suas motivações e que faça o melhor uso delas!
Um fake só é prejudicial de verdade quando tenta manipular pessoas, torturando-as com palavras de baixo calão ou tirando proveito na "multiplicação" de votos.
Soa um tanto esquisito eu dizer que um fake pode fazer o bem, contudo, não retiro uma vírgula de minha opinião!
FAKES LEGAIS SÃO INTELIGENTES E SOLIDÁRIOS, AJUDANDO SEUS AMIGOS COM VOTOS E COMENTÁRIOS DE TOTAL APROVEITAMENTO!
Talvez a maior discussão sobre eles seja o uso que alguns fazem, ao pensarem em aspectos tão-somente pessoais, não sentindo a abrangência que pode adquirir suas atitudes.
O máximo que pudermos evitar a não identificação de nomes é melhor, pois a política de boa vizinhança é conhecida por seu aspecto verídico.
Se alguém me conta que utilizou-se de um nome falso num baile porque saiu com um cara que mal conhecia, não vou criticar, até acharei o mais correto.
Algum amigo vira para mim e diz que não sabia se eu era confiável no início de amizade, escondendo assim, o nome de certidão, não me magoarei.
O que mais irrita nos "falsos" é quando sou maltratada por eles; sou muito sensível e adoro carinho nas palavras e gestos!
Talvez causando uma polêmica, posso até argumentar que na blogosfera NUNCA UM FAKE ME FEZ MAL!
Se algum procedeu de má fé comigo, não fiquei sabendo...
Estamos aí para repensarmos nossos atos e, de algum modo, tentarmos nos colocar mais no lugar das pessoas.
Antes de sermos tão "juízes", pensemos se esse ou aquele é mal intencionado!
Infelizmente, há alguns "verdadeiros" que tenho contato, gente que sei nome, sobrenome, endereço, telefone que são tão falsos em seus discursos pseudo moralistas, que dá vontade de chamar um fake para ensinar-lhes o que é falar com veracidade!...
UM FAKE DO BEM É SEMPRE MUITO MELHOR QUE UM "VERDADEIRO" DO MAL...


(Imagem:

Fonte desconhecida

Edição de imagem:

http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com)

16 comentários:

Cecilia sfalsin disse...

Ei Mary,

Amiga que assunto revelador, rsrs,mas muito bom, eu já usei fake, por segurança mesmo, no início de tanto as pessoas frisarem o perigo da internet eu tinha medo de postar fotos ou revelar meu nome,endereço enfim,portanto meu orkut era um fake,aos poucos fui me adaptando e sentido vontade de ser eu mesma,já usei fake de MSN também,por segurança,mas nada por maldade ou para agredir ninguém,e amiga não condeno ninguém que use, e se alguém por insegurança me perguntar se deve usar um fake para iniciar algo na internet direi que sim,até que adquira experiências e tenha habilidades em certas situações.No dihitt sempre fui a Cecilia desde que nasci, rsr.Enfim,quem nunca usou um fake nem que seja na vida real?rs

Amiga, excelente noite pra você....Beijos...amei o texto eo tema mais ainda

José S. Pereira disse...

Oi MAry!

O assunto é super legal. E cheio de nuances. Tem muito "fake de trabalho", criado pra cumprir uma missão. As vezes, maquiavéica rsrs

Mas tem Fakes sérios, com objetivos sérios. Eu criei um, uma vez, para desenvolver um conto de terror. Ele seia o autor (eu não tenho cara de escritor de terror rsrs).

Mas acabei não usando.

Internet é isso também. E isso não é necessáriamente ruim. Só, diferente...

Muito bom seu texto.

Abraços

Mary Miranda disse...

Cecília, minha querida!

Na vida somos mais fakes que na internet! rsrsrs
Todo mundo mente sobre um aspecto ou outro, para se proteger de algo.
Você agiu como eu, no meu início de internet ( tinha pavor de apertar algum botão diferente e descobrirem a minha vida toda! rs) e não acho errado tomarmos certas precauções.
E vamos convir que há certos "verdadeiros" que são mais falsos que a própria falsidade, não é mesmo?

Beijos, amiga!

Ótimo comentário o seu!
Obrigada, viu?

Mary:

Mary Miranda disse...

Fala aí, Sidney!

hahaha Até o Stephen King deve ter criado um perfil fake no início de carreira para escrever terror, né?
Então, você falou algo bem relevante, de se criar um fake para falar de assunto controverso, por exemplo.
Você já reparou que a maioria de nós faz perfis diferentes muito por insegurança?
Claro que não somos ingênuos e sabemos que há pessoas que só querem engrupir os outros, mas tirando esses, há muitos fakes do bem!
No dia-a-dia é onde mais somos "falsos"... rsrs

Abração, querido amigo!

Obrigada por seu excelente comentário, que só somou!!!!

Mary:)

Um Oficial com Espada Própria disse...

Penso que foi em algum momento na vida que desconhecia a verdade e que não conseguia entender que mentir não esta com nada além de que o primeiro que estava enganando era mesmo a mim, então quis pensar como gente grande e deixar de agir de criança e comecei a encarar a realidade como ela é embora as vezes possa parecer dura, mas vale a pena ser Real e Verdadeiro quando se conquista a própria Auto-estima, não é mesmo!!!!!!!!!!!!

Mary Miranda disse...

Charles, boa tarde!

Não acho que usar um nome diferente, quando se sente inseguro, seja algo tão perverso assim...
Claro que ninguém deve viver de mentira, mesmo porque ela tem perna curta, mas em algum momento de incertezas, é natural não nos mostrarmos a todos, até mesmo porque nunca sabemos quem de verdade está do outro lado da tela...
Sobre as imagens, há uma semelhança entre eles, e os dois vegetais são frutas, tanto o caqui quanto o tomate, embora ninguém encare o segundo como tal! rsrs
Será que o primeiro que aparece é o tomate?
Ou é o caqui?
Grande mistério esse! kkkkk

Abração,
Mary:)

Samanta Sammy disse...

Olá queridíssima amiga e Musa da Escrita !!!

Bom, eu confesso que já fui Fake uma vez, nos tempos do Onça no Orkut, eu e umas amigas fizemos um Fake pra fuçar a vida alheia, principalmente dos ex e peguetes kkkkkk mas nunca interagimos, o perfil era mesmo só para espionar os rapazes hahaha
Depois disso nunca mais, eu confesso também ser bem orgulhosa de minhas opiniões , mesmo que elas não sejam lá estas coisas ! Então eu não conseguiria assinar um comentário, por exemplo, com outro nome, mesmo que eu esteja descascando a pessoa ou falando bobagem, eu quero meu lindo nome lá !! kkk e por isso muitas vezes me lasquei também, mas enfim, faz parte né !
E justamente por ser assim, eu já discuti com uma pessoa no meu blog, porque deixei bem claro que não respeito quem não assina o que escreve... se tem convicção do que disse, pra que nome falso ?
Respeito os fakes que usam o anonimato pra se proteger, afinal a net está pavorosa de perigos, mas não para esculhambar e maltratar os outros por aí e muito menos tirar vantagem em sites como o dht na contagem de pontos, peloamordedeus né, isso é deprimente ! Imagina eu ter que ter votos e comentários dos meus próprios fakes !! sinal de que minhas postagens são uma bela bosta !! Cruzes, que gente doida !!
E concordo contigo, eu tenho um amigo fake que não sei nem o nome dele, mas é uma pessoa boníssima que me ajudou muito !! Enquanto tenho conhecidos que sei até o Cpf e só me ferraram...
Então repito o que disse numa postagem que fiz sobre o dht, se quiser ser fake, seja um Fake legal ! hehehe

Um beijãooo e um lindo fim de semana !

Mary Miranda disse...

Menina Sorriso querida!

Interessante que eu nunca gostei de Orkut, portanto, nunca tive um perfil por lá, nem fake, nem verdadeiro! kkkkkk
Mas parece irresistível saber o que esses senhores rapazes andam aprontando, para isso tem que ir na surdina! (Se já fazemos isso na vida real o que dirá na internet? rs)
Eu marco em cima desse ponto também, do anonimato como forma de proteção, não de dissenssão, como muitos fazem.
No início eu tinha bastante medo de me revelar; depois percebi que, usando bem os mecanismos, podemos ser nós mesmos.
A "multiplicação" dos votos é algo bastante estranho...
Eu me sentiria assim também, se para um post meu chegar a popular, precisasse votar em mim mesma.
Iria achar que escrevo mal pra dedéu! rsrsrs
Mas fakes que elucidam, votam com consciência, são leais, desses eu sou fã!
Amiga, os fakes do bem dão de mil a zero nos "verdadeiros" do mal, não? rsrs

E já descobriu "quem" é o tomate e "quem" é o caqui na gravura?
Será que ambos são fakes? kkkkkk


Beijos, lindinha!!!!

Igualmente pra você!!!!

Mary:)

Valdeir Almeida disse...

Minha amiga Mary,

Como é bom trocar figurinhas com você.

Como blogueira e escritora, você consegue transmitir em palavras aquilo que todos nós, simples blogueiros, passamos.

A frase que finaliza seu post me fez lembrar de um ditado proferido por – creio – Napoleão Bonaparte: “Antes um inimigo visível do que um inimigo não declarado na pelo de um amigo”. (é mais ou menos assim a frase).

Eu não me importo com os fakes “do bem”. A questão é quando usuários utilizam-se de um nome que não é o seu para fazer algum tipo de maldade. Não fui vítima deles de forma mais incisiva (pelo menos não que eu saiba), mas no meu próprio blog já tentaram me intimidar quando produzi um post em que emitia minha opinião sobre determinada religião.

No diHITT, eu sempre utilizei meu nome verdadeiro. Mas no meu blog, inicialmente, usava outro nome, por me sentir inseguro. Eu não conhecia esse mundo envolvente das redes sociais. Eu precisava ver em que terreno estava pisando. Depois do terreno reconhecido (rsrs), adotei meu nome de batismo. Creio que se eu continuasse com o nome que não era meu, eu não teria amizades maravilhosas que construi através do meu blog; algumas, inclusive, já conheço pessoalmente.

Beijão, Mary, e ótimo final de semana.

P.S.: E parabéns por mais este texto. Você é a nossa porta-voz (rsrs).

Mary Miranda disse...

Querido Valdeir,

Puxa, porta-voz? Oras, não encha muito a minha bola porque fico besta! rsrsrs
Amigo, eu tento escrever no blog as sensações que tenho diante desse ou daquele fato enquanto blogueira e, por acaso, acabam sendo as indagações de outros também...
A insegurança é a maior motivação para um blogueiro ou internauta em geral adotar um pseudônimo, por desconehcer a funcionalidade de certos botões, etc.
Os falkes podem ser do bem e como você falou, eu também nunca fui incomodada por nenhum, não de maneira que eu percebesse.
Inimigos reconhecíveis são sempre mais aceitos que amigos não-amigos, por isso, eu me amarro nesses fakes do bem, em lugar daqueles "amigos" tão falsos, que a nota de 300 reais fica com inveja! rsrsrs

Obrigada, meu querido, pelas palavras de incentivo e os elogios tão bem-vindos!!!!

Beijos dessa sua amiga que te adora!

Mary:)

Felipe disse...

Minha querida presidenta.
Nada contra os fakers sem maldade, mesmo porque, se merececem ser condenados por adotarem outro nome que não o seu, quantos grandes pensadores, poetas e escritores mereceriam a pecha de te ter sido um fake.
Os falsos fakers (coloque-se aqui também os que blogam), na maioria das vezes só ajudam com belas crônicas, contos e informações diversas.
Quando entrei no Dihitt, não postei imediatamente minha foto. Usei durante um bom tempo o avatar do jornaleiro que ainda aparece no "Aqui tem de tudo".
Mais um brilhante artigo de minha presidenta e viceversa.
Beijão Moça Bonita.
Felipe

Alexandre disse...

adoro este site vou seguilo siga tambem o meu em:http://apostasjogosonline.blogspot.com/

Mary Miranda disse...

Queridíssimo Canceriano Favorito!

Creio ser quase uma unanimidade de nós, em início de blogagem, nos ocultarmos atrás de nomes que não são os nossos.
Nunca lamentei a existência dos fakes, salvo, naturalmente, quando atrapalham pessoas, com seu anonimato.
Ah, meu amigo, eu lembro bem desse jornaleiro e ele já dialogou um bocado com a Branca de Neve! rsrsrs (Para ninguém ficar "no vácuo", foi meu primeiro avatar.).

Obrigada pela sua vinda pra lá de bem-vinda!!!!

Beijos,
Mary:)

Mary Miranda disse...

Oi, Alexandre!

Obrigada por seguir o Fatos de Fato!

Volte sempre!!!!

Abraços,
Mary:)

Valéria Braz disse...

Oi minha flor.... como tudo nesta nossa vida podemos usar para o bem ou para o mal.....
Não vejo fakes como pessoas fazendo o certo ou o errado... vejo fakes como pessoas se protegendo, seja da sociedade ou delas mesmas.....
Vemos muitos fakes pela vida afora.... artistas que mudam seus nomes, escritores que criam personagens, blogueiros que não se apresentam..... e todos podem escolher o bem ou mau, assim como aqueles que se mostram!
No começo do dihitt eu não colquei minha foto, não conhecia a rede e não sabia até que ponto era ou não um lugar legal..... e até hoje tem momentos que mudo minha foto e coloco uma paisagem ou um animal ou algo que ache bonito!
Pra mim o importante não é o que se apresenta visualmente, mas aquilo que se apresenta em essência.... seja fake ou não, quem não tem essência logo é desvendado!
Beijo enorme em seu coração!

Mary Miranda disse...

Olá, Flor Val!

Também não vejo com essa gravidade toda os fakes, a não ser quando usam nomes falsos para deteriorar alguém; aí é grave!...
Se usar nomes diferentes fosse algo tão criminoso, nenhum artista poderia adotar pseudônimo, como bem ressaltara você, que é o nome que não está no registro.
Isso mesmo, concordo mais uma vez!
A pessoa pode ser fake no nome, mas na essência, não conseguirá por muito tempo.
Aquele que usa o seu "fakismo" para o bem, ele saberá compensar a não utilização de sua identidade real, com bons comentários, ajudará colocando seuas maigos pra cima, etc.
Como eu disse e repito: prefiro os fakes do bem, que os "verdadeiros" do mal...

Beijos, meu doce!
Sua participação aqui não poderia ser mais sábia e oportuna!!!!
Obrigaaaaaaaaaaaaada!!!!

Mary:)