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segunda-feira, 24 de agosto de 2009

O difícil "Caminho das Índias"

Não sei por que motivo, o povo brasileiro tem a mania de menosprezar as novelas, tratando-as como arte "menor".
É visto como "alienado" ou "sem cultura" aquele que admite apreciar esse gênero tão difundido em nossas terras tupiniquins!
Eu não concordo!
Novelas ruins existem, assim como filmes ruins, músicas, seriados, peças teatrais, pinturas e tal e coisa e coisa e tal...
Se formos analisar bem, deveríamos dar um "desconto" para elas porque escrever com qualidade até o final, numa obra com duração de 9 meses, é para deixar qualquer um com a cuca quente; desafio qualquer grande cineasta a fazer o mesmo!
O que ocorre, gente, é que os autores, em sua maioria, são ótimos, de uma criatividade sem par, mas a "máquina televisiva" os dilacera quando impõem aquela droga de merchandising em textos patéticos, os obrigam a encaixarem o novo affair do(a) diretor(a) ( e uma cavalgadura como ator/ atriz), os "modeletes" oriundos de BBB, finais odiosos para a próxima obra do horário vir com força, censuras que não existem abertamente embora no "sapatinho" estejam bem em vigor!
Caminho das Índias, de Glória Perez, a obra de ficção que escolhi para explanar minhas ideias, não é, nem de longe, a melhor novela que assisti na vida ( eu seria injusta com Vale Tudo, Que Rei Sou Eu?, Roque Santeiro, A Viagem , O Clone ( da mesma autora que Caminho) ou a divertida , mas não menos inteligente A Gata Comeu).
Digo mais:
Essa novela tem tanto erro, mas tanto, que se eu não tivesse minha sensibilidade aguçada para proteger folhetins, nem a citaria no meu rol de novelas assistíveis!
Para começo de conversa ( e a pior parte dela):
Como os personagens indianos conseguem se fazer entender PERFEITAMENTE com personagens brasileiros?
Todo mundo fala português na Índia ou no Brasil todos nós falamos inglês fluentemente?
Outra:
A passagem do Brasil para a Índia ( ou vice - versa) é tão barata assim?
É um tal de gente ir e vir com a maior facilidade e chegando em tempos recordes (viajam agora, daqui a pouco, chegam em seus destinos!)
E assim segue...
Porém, eu cheguei à conclusão que novelas são ficção e nós podemos usá-las como bem quisermos, imaginando-se que você próprio tem que SABER O QUE QUER!
Eu sei bem o que quero numa novela: Quero REFLETIR!
Gosto de ver cenas e parar para pensar em como seria aquilo na vida real, como eu reagiria na mesma situação, como ser alguém que se coloca no lugar do outro...
Em meio a tantas críticas que eu já fiz para o Caminho das Índias, tive que descer do meu pedestal de "intelectualidade" e dar as mãos à palmatória:
Que novela humana, minha gente!
Como seus personagens são viscerais, reais, oportunos, humanos!...
Personagens que nos tomam na sua capacidade de nos tornar mais " a ver", nos chamam para a vida, como se dissessem: "Alô! Você poderia ser um de nós!"
Preciso esmiuçar a veracidade da esquizofrenia tratada na obra, da questão dos maus tratos que se faz aos "diferentes" no caso dos dalits ( esse questionamento me é tão importante que escreverei um post só sobre isso na semana que vem), da psicopatia que arrebata certos seres humanos, da ambição desmedida, da hipocrisia de alguns casamentos, da maldade social, seja na Índia ou no Brasil?
Por que colocamos uma lupa grande para caçar defeitos em novelas, e óculos escuros para não enxergar suas qualidades?
Muitos filmes que assisti foram verdadeiros LIXOS CULTURAIS, só que ninguém reclama do veículo ( filme), esmera-se apenas em detonar a obra em si, frisando muito bem o título (Lembro de terem os críticos e a população arrebentado com Irmãos Gêmeos, dizendo ser de péssima qualidade, mas ninguém generalizou alegando que filmes não prestam!) .
Quando se trata de novela, costuma-se generalizar ( "Não suporto novela!", o que muitos declaram, no lugar de dizerem : "Não suporto a novela X!")
Assim como filmes, elas também merecem que tenham seus títulos pronunciados, para se falar bem ou mal delas!
Por que isso?
Por que esquecer-se de obras primorosas de nossa dramaturgia?
Por que não usar o termo "mas", por exemplo: "A novela Y é horrível, mas tem umas cenas cômicas legais..."?
Na prática, não funciona assim!
A população se limita a repetir nas ruas aqueles dispensáveis ( para não dizer pedantes!) bordões novelísticos. "Hari baba", "Namastê", "Tic" são o máximo que se assimilou de Caminho das Índias!
Quando as pessoas assistirem as novelas sabendo bem o que querem delas, passarão a apreciá-las!
Se assistimos um filme de ação, esperamos que o mesmo tenha cenas eletrizantes; alguém vai lá se preocupar com o enredo, se é de aprofundamento humano analítico ou de pensamento freudiano?
Peças cômicas de teatro tem obrigatoriedade de trazerem dramas conflituosos onde os personagens chorarão de dor e saudade em suas cenas mais importantes?
Novelas de besteirol, estou correndo, porque não as curto!
Só que na hora de as detonar, uso o título de cada uma delas, mesmo porque existem exceções interessantes como foi Quatro por Quatro.
Sou apaixonada por obras urbanas inteligentes e de suspense, portanto adorei assistir A Favorita e quase todas de Gilberto Braga , ainda que por motivos supracitados, também possuíram suas falhas vergonhosas...
Termino de maneira brincalhona a minha defesa de noveleira.
Lanço um trocadilho que o meu mano do meio adora repetir para sacanear as minhas queridas (ainda que ele dê umas olhadinhas bem constantes em algumas delas!)
"NOVELAS, MELHOR NÃO VÊ-LAS! " ( Alguma semelhança com o conhecido verso de Vinícius de Moraes, "Filhos, melhor não tê-los"?)
E acrescento, sempre:
"MAS JÁ QUE AS VEMOS,
QUE NOS ENVOLVAMOS EM SEUS NOVELOS!"...


(Imagem:

http://caminhodasindia.blogspot.com/2009/01/caminho-das-indias-personagens.html)

14 comentários:

Principe Encantado disse...

Bem amiga, para tudo tem alguém, não sou fã de novelas, mais os artistas estão ai e precisam do emprego, curtam aqueles de gostam, nada contra.
Abraços forte

Mary Miranda disse...

Oi, Príncipe!
Isso aí, uma questão de gosto, não de preconceito!
Conheço pessoas q medem a inteligência de alguém pelo fato de gostar ou não de novelas, o q é um absurdo!
Agradeço o comentário lúcido!
Abraços,
Mary :-)

Jorge Fortunato disse...

Olá Mary,
A novela faz parte da cultura brasileira. Desde pequeno assisto. É claro que seria melhor ler um livro do que viver assistindo novelas. Mas, por conta de ver algumas adaptações da romances na Tv, muitas pessoas acabam lendo os livros. Lembra das antigas novelas das Seis? "A Escrava Isaura", "A moreninha", "Senhora", entre outras? Aí está um ponto positivo. Por ouro lado temos alguns maus exemplos nas novelas, porém mesmo sem assistir novelas, estamos cercados de maus exemplos, não é mesmo.
Por fim, novela é entretenimento, não tem compromisso com a verdade, é ficção. Mas mesmo assim, as novelas passam seus recados.
E vamos combinar o Brasil faz as melhores novelas do mundo.
beijos
Jorge

Felipe disse...

Mary.

As novelas podem trazer algo de bom, mas infelizmente as pessoas se pegam na parte má de cada uma delas, chegando a detestar ou amar o intérprete.
Prefiro as miniséries que ensinam mais. Exemplo: "A casa das 7 mulheres.
Beijão
Felipe

Professora Ismaelita disse...

Muito bom o seu texto me lembrou um frase que ouvi uma vez ''A novela imita a vida ou a vida imita a anovela''? creio que os dois.muitas vezes nos envolvemos com a trama e personagens que criticamos.Hoje mesmo eu fiz uma ,casamento de criança ,omo pode ? minha netinha falou:
Vovó e só uma novela.

Toca Viola disse...

Você cometeu um erro no início de seu texto: o povo brasileiro não menospreza as novelas, só menospreza as novelas quem se habituou a assistir filmes e séries americanas e europeias de conteúdo intelectual baixo ou mediano. Novelas praticamente não tem uma opção mediana, ou quando tem morrem na praia de terem que ser niveladas por baixo para que o povão assista.

Não é uma questão de serem boas ou ruins, é uma questão de terem um conteúdo aguado e intelectual baixo, primário, praticamente destinadas a um público semi-analfabeto.

Com exceção de Xica da Silva, todas as novelas que assisti nos meus 78 anos de existência tinham uma trama pobre, óbvia demais ao ponto de serem tão previsíveis que se torna chato acompanhar qualquer coisa.

Os diálogos não são inteligentes e nem uma expressão da realidade, não sendo nem uma coisa nem outra não estimulam o intelecto de qualquer pessoa um pouquinho mais exigente.

As repetições de personagens e temas incansavelmente (ou até cansar, como aconteceu com as novelas de sotaque nordestino) chega a ser um desrespeito.

Caminho das Índias é uma versão indiana da mesmice dos ciganos, e o que se vê ali são os mesmos ciganos estereotipados, aqui com jargões e figurino hindus.

Pra piorar tem sempre um vilão apanhando no banheiro, alguém "querendo viver a sua paixão" e o "agito da galera", ou algum beijo gay ou lésbico que nunca acontece.

É uma salada de temas mal costurados dentro de uma mesma obra, misturando um humor no pior estilo "Os Trapalhões" com dramalhões mexicanos.

O que mais me incomoda, no entanto, é o fato que em todas as novelas, absolutamente todas as novelas, os vilões são inteligentes e as pessoas de bem se salvam pela solidariedade dos pobres ou com a ajuda incoerente do autor.

Todos nós temos a nossa necessidade de lazeres primários, uns assistem novelas, outros assistem futebol e outros, como eu, assistem séries ou filmes de aventura vazios e despretensiosos.

Mas daí a dizer que séries ou filmes de aventura vazios e despretensiosos, futebol ou novelas são atividades culturais ou mesmo intelectualmente medianas, que é algo mais do que banalidade, é ter um referencial muito pequeno do que é cultura.

Cultura é quando o autor da peça de cultura nos faz pensar dando forma a realidade para o seu público; e não nós, o público precisarmos ter uma perspicácia acima da média, como é o seu caso, para reconstruir a novela para si mesmo.

Como o povo pode levar a sério um beijo homossexual que nunca acontece? A série inglesa de aventura "Torchwood" para adolescentes e jovens adultos tem um protagonista homossexual que não dispensa um beijo francês.

Se a homossexualidade aqui nunca acontece com os personagens se abraçando com uma distância quase repulsiva, como as pessoas podem receber a mensagem da homossexualidade como algo natural, pelo menos, para os homossexuais?

Se os dalit são dalits e não gays, nordestinos, pobres ou elite cultural (a mais nova minoria vítima de preconceito no país) com o sangue pulsante do realismo nas veias, como um povo que nem entende o texto da capa de um jornal de esportes pode levar isso em consideração?

A maior parte das senhoras que conheço (não digo todas, para não parecer presunçoso) assiste novelas apenas pelo romance, como uma pílula para alimentar o sonhar acordado, e os senhores pelas curvas libidinosas daquelas personagens que nunca faltam em qualquer novela.

Eu assisto porque meu PC fica na sala e numa osmose vejo minha senhora e minha empregada se embebedarem com os galãs e seus galanteios nos amores impossíveis.

As novelas podem nem ser uma arte menor, mas é uma arte pior do que muitas.

E somente uma mente inteligente como a sua pode extrair dali algo que se possa chamar de cultura. Creia que não é uma espectadora comum.

Obrigado pelo seu excelente texto e por ter me estimulado a escrever, o que me deu muito prazer; prazer que só tenho ao trocar ideias com pessoas inteligentes.

Jânio disse...

Oi Mary, seu texto é tão bem estruturado, e suas idéias tão claras que fica meio chato dizer algo contrário.

Você está certa, não dá para julgar a inteligencia da pessoa só porque gostam de novelas, até porque isso não vai mudar nada.

Sívio de Abreu, novelista, já foi diretor de cinema, afirmava que novela é puro entretenimento, se alguém quiser algo mais profundo deve ler um livro.

O que muita gente critica é o fato de as novelas serem superficiais, não todas, Roque Santeiro ficou muito tempo proibida, justamente, por sua profundidade no tema.

Quando começou caminho das Indias, foi uma polêmica só, porque, assim como a India era mostrada como um conto de Fadas, ocultando o outro lado, como se faz no Brasil, onde a realidade é muito cruel.

O que se cobra é autores que mostrem a realidade, que sejam construtivo, como foi Roque Santeiro, Que Rei Sou Eu, casos raros de crítica, ou Pantanal, com um realismo absurdamente real, ou ainda histórico, como o rei do gado.

È preciso acrescentar alguma coisa boa em tudo o que fazemos, até em piadas.

BJs

joselito disse...

Maria, muita gente diz que não gosta, que não suporta, pra não ficar mal na foto, não dar o braço a torcer, com medo de ser ridicularizado, então a hipocrisia impera. Agora temos de entender duas coisas, a primeira que existe uma quantidade de novelas incrivelmente horriveis, que realmente não vale a pena e se torna uma cultura inútil e a o grande problema que é massificadora, e serve para o bem e para o mal, principalmente para o mal.

rafael silva de santana disse...

Sinceramente tambm não curto novelas,geralmnte são sempre as mesmas coisas,sinceramnte eu acho q foi uma das piores coisas que o homem inventou.
Sei que passa historias reais e tal,garante empregos mas não me passa nada d bom nunca vi uma historia q me influenciasse pro bem apesar que eu assisti algumas novelas quando era mas novo,mas não me ajudou em nada nem na minha familia so me atrapalhou e prejudicou minha vida e familia quantas vezes minha mãe ou minhas ex- namoradas me deixaram d molho esperando o bendito comercial pra me fazerem alguma coisa...

Mary Miranda disse...

Oi, Jorge!
Que bom revê-lo!
Penso assim: vc faz o uso das novelas como queira.
Tentar achar o q há de melhor numa obra, combate o preconceito, a visão errada q se tem dela.
Vc tocou num ponto fantástico: quantas novelas não são adaptações de nossos clássicos literários q acabam aguçando a curiosidade das crianças e adoelscentes p/ ler o livro?
Se aconteceu comigo, pode acontecer c/ qualquer um...
O negócio é não esmagarmos nosso horário por causa de novela, assim como não é salutar atrapalahrmos nossa vida c/ filmes, músicas, partidas de futebol, etc.
De fato, o Brasil é o melhor mesmo em novelas.
Imbatível!
Bjs, querido!
Mary :-)

Mary Miranda disse...

Felipe,Que comentário elucidativo!Isso mesmo, as pessoas se pegam mais no lado ruim do q nos bons, e acabam usando no dia-a-dia aquilo q deveria ser descartado!As minisséries são maravilhosas, concordo plenamente!Bjs,Mary :-)Ismaelita,Muito legal essa frase!Se formos parar p/ pensar, os dois ocorrem mesmo!Uma obra, quando é bem feita,influencia nas nossas vidas, p/ bem ou p/ mal!Achei engraçado a netinha te alertando q era só uma novela! rsrsrsAs crianças são sábias...Bjs,Mary.

Mary Miranda disse...

Oi, amigo Viola! (Posso chamá-lo assim?)

Brasileiros menosprezam as novelas; assistem, mas falam mal!
(Diz sempre q é o filho q acompanha ou a sogra, ou o namorado, o primo, menos ele(a)!)
Como eu falei no post, as novelas possuem muiiiiitos erros, só q eu sei o q quero c/ elas, ou seja, parar para pensar em determinadas situações, me colocando no lugar das pessoas reais.
"Caminho das Índias", por exemplo, está IRRETOCÁVEL no tocante ao tema esquizofrenia, c/ cenas marcantes, bem escritas, q só quem conhece esquizofrênicos ao vivo, e eu conheço um bocado deles até porque minha profissão faz c/ q eu lide c/ pessoas de todos os tipos (sou professora!), pode saber o quão verossímel é aquilo q é mostrado!
A maldade através do bullying causada pelo personagem de Duda Nagle (novamente a minha profissão permitindo o conhecimento de causa ao vivo)é perfeita!
Então, são coisas quais essas q eu procuro numa novela!
Despertar p/ o outro lado das coisas, me situar no mundo de alguma forma!
Concordo c/ vc no aspecto q, geralmente, as pessoas procuram pela futilidade, pelo sonho, pela fantasia.
Contudo, cada um procura o q quer!
Num filme musical, os expectadores aguardarão cenas antológicas de dança e música marcantes, concorda?
Em novelas, não será diferente!
Como disse, sei o q quero e fico ligada na melhor parte q essa ou aquela obra pode apresentar.
Muito obrigada pelo comentário objetivo e sincero e também pelos elogios edificantes!
Fico satisfeita por tê-lo incentivado a escrever bastante!
Está vendo?
As novelas, ainda que indiretamente, ajudam em alguma coisa! rsrsrs
Um abraço,
Mary.

Mary Miranda disse...

Olá, Jânio!
Muito oportuna a sua participação c/ comentário tão objetivo!
De fato as novelas devem trabalhar mais o realismo, ainda q seja de cunho ficcional!
Novelas voltadas p/ o social, são mais lembradas mais tarde, ficam marcantes e ainda tem um certo de mudança no comportamento das pessoas.
Vc citou "O Rei do gado" e fiquei c/ complexo de culpa por não ter listado "Renascer", q foi de um lirismo e realismo ao mesmo tempo, impressionante p/ quem acompanhou o seu desenvolvimento!
Sobre o fato de q fica chato me contradizer, q nada, amigo!Estamos aqui p/ isso!
Uma pessoa q cismou de ser blogueira, já tem q saber q tem q botar a cara p/ bater! rsrsrs
O meu obrigada pela excelente participação!
Bjs,
Mary :-)

Mary Miranda disse...

Olá, Joselito!Olha, há muita hipocrisia reinando por aí!
Tem gente q adorqa posar de pseudo sábio, dizendo-se "acima" dessas coisas "menores" como novela, por exemplo!
Mas está lá vendo um monte de filme de baixo calão, c/ qualidade p/ lá de duvidosa...
Ninguém fala mal de filmes, mas de novela, tem q baixar o sarrafo!?
Concordo c/ vc no tocante ao valor bem abaixo de muitas novelas.
Nesses casos, controle remoto nelas! rsrsrs
Um abração da Mary p/ vc! :-)


Olá, Rafael!
Com todo o direito do mundo vc pode não curtir novelas, é um gosto particular de cada um!
Novelas podem ser ruins como muita coisa na vida, como acordar cedo(detesto!)
Como eu disse ao Joselito, elas tem uma vantagem: podemos usar o controle remoto! rsrsrs
Agora, não me segurei e caí na risada (desculpe, ficou engraçado!...)quando eu descobri o verdadeiro motivo do seu desgostar por novelas!
Realmente, ficar de barriga vazia por causa delas (as novelas), deve ser bem chato mesmo! rsrsrs
Um abraço,
Mary :-)

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