PARA QUEM AMA GATOS

PARA QUEM AMA GATOS
https://www.youtube.com/c/RonronseGatices
Mostrando postagens com marcador lugares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador lugares. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Rua Barão de São Félix, 119


Só quem conhece bem o Rio de Janeiro pode confirmar com exatidão o quanto aquela letra do Fausto Fawcett está certíssima: "Rio 40 graus/Cidade maravilha, purgatório da beleza e do caos".
Apesar do extremo amor que tenho por essa terra, o Rio de vez em quando me abate...
Nessa semana tive o desprazer de ter que resolver um probleminha. Adivinhem onde?
Algo próximo à Central do Brasil!...
Para os incautos e desavisados, aquele espaço é um muquifo, um dos piores lugares que alguém pode querer ficar ou estar!
Bem longe da ideia pitoresca e até romântica que poderia transmitir o filme Central do Brasil(aliás, um grande filme, que se valeu muito pelas interpretações ímpares de Fernanda Montenegro e Vinícius de Oliveira), aquilo parece "Terra de Ninguém".
Uma junção de vadias e sujeitos exploradores, gente correndo atônita, a espera de transportes que ultrapassam o que vier à frente e um 'roupeiro' de camelôs para todos os lados!
Para onde fui mais precisamente, o lugar era limpo e arejado, mas a chateação já havia começado na rua Venezuela, me deparando com um entra-e-sai de caminhões e seus combustíveis fedorentos, uma zoeira na cabeça com o barulho ensurdecedor de uma talvez-fábrica- que-até-hoje-não- descobri-o-que-é, a tal Moinho Fluminense.
Retornei dos meus objetivos realizados com sucesso, vindo andando a pé de lá, da Venezuela até a Central, ouvindo sempre aquele comentário assustado: "Mas é muito longe..."
É longe, mas parece que as pessoas não atentaram para duas informações:
1.0) Andar faz bem à saúde;
2.0) Existem pessoas que amam andar( eu sou uma dessas!).
E o que a rua Barão de São Félix, 119, tem a ver com o pagode?
Ai, para quê 'inventaram' uma coisa chamada 'memória afetiva'?...
Vinha eu lá do início da mencionada rua, sentindo um calor daqueles, de óculos escuros para proteger as vistas, me abanando de vez em quando para espantar a quentura e o suor.
Cansada pra danar, doida para chegar ao meu destino que era pegar o "frescão" (ônibus confortável e com ar condicionado que, apesar de bem mais caro, faz qualquer um se sentir chique!), parando para olhar a 'paisagem'.
Deus nos livre desse logradouro de miséria!
Casas literalmente em ruínas, um mal cheiro horroroso, pinturas descascadas, inspiração para filmes sorumbáticos de trash americano...
A rua Barão de São Félix é enorme!!!!
E seria a melhor rua do mundo se não fosse o descaso que o Governo dá à ela!...
Tem transporte para vários lugares, dá para se descansar no Campo do Santana ( outro que virou reduto de infratores!), dela a pessoa pode ir a pé para TODOS os prédios culturais do Centro do Rio, como: Centro Cultural da Light, CCBB, MNBA( Museu Nacional de Belas Artes), Teatro Municipal, os teatros mais populares Carlos Gomes, João Caetano e Rival, e querendo andar mais um pouco ( eu já fiz isso!), dá para seguirmos para a o Museu de Arte Moderna, um recanto de paz e cultura, contando com o mar lindo logo atrás, para nos avisar que a Cidade é Maravilhosa!
Até para quem adora uma tragédia ela é boa!
Dali viu-se de 'camarote' quando o camelódromo pegou fogo ano passado, tirando o trabalho de muita gente, vê-se brigas de prostitutas e bêbados, e acidentes de automóveis inesquecíveis de tão graves que são...
Eu ficava profanando aquela rua feia o tempo todo enquanto andava a passos rápidos, até prestar atenção na numeração.
Estava eu próxima ao número 43 ou 44, quando lembrei de 119...
Acho que todo mundo tem um tio 'garganta', que adora contar suas peripécias, e forçar piadas que não existem...
Tive um tio que perdi o contato (até agora não entendi o que ocorreu) que metido a garanhão, 'pegador' dos bons ( Nós, os sobrinhos, ríamos à beça! Aquele ali não pegava nem resfriado...), repetia até estourar nossos ouvidos:
- Mulher comigo não tem muita conversa, não! Levo logo ela para a Barão de São Félix, 119, e fica tudo certo!
De tanto repetir esse mesmo bordão, uma vez eu o antecedi:
-Já sei, tio! O senhor leva logo para a Barão de São Félix, 119, e fica tudo certo...
É claro que encontrou-se naquele momento uma risada estrondosa na sala por todos e um tio boquiaberto, que demorou para se recompor...
Pois é... O número 119 já foi cenário de 'amor furtivo'!
Era um motelzinho muito do fuleiro, que só uma mulher estando 'à deriva' para aceitar se deitar com algum homem naquele lugarejo sórdido...
Bom evidenciar também que ela já foi a sede da União dos Operários da Construção Civil (só agora descobri isso!)
Sendo fato da minha 'memória afetiva' qual não foi minha curiosidade para ver-lhe a sacada fétida e horripilante!
De frente estava eu ao número-agora carinhoso-e a surpresa explodindo às minhas vistas!
O lugarzinho de 'pecados' e 'sussurros' virara espaço para louvores e adorações!
A rua Barão de São Féilix, 119, é uma igreja pentecostal...
Por mais que eu adote todas as religiões, admito a minha decepção ao constatar-lhe a mudança.
Motelzinho barato e imundo me traz mais satisfação por lembrar-me passados engraçados pois me dão muita saudade, do que esse espaço que espera-se ser santo.
Volte, Barão de São Félix, 119, do jeito que era antes!
Afinal, você é a única 'sujeira' que me traz alguma recordação limpa...
Minha estada no Rio só valeu a pena nesse dia por causa dessa minha lembrança!...
Quem diria?!

P.S.: A propósito: pouco sei sobre esse homenageado toponímico, o tal Barão de São Felix!
Já rodei a internet inteira e não descobri nada além de que ele era discípulo de Francisco Mont Alverne num convento!...
Quem souber mais alguma coisa, por favor, me fale, que eu acrescento ao post o nome da pessoa, dando os devidos créditos!
Obrigada desde já!

(Imagem:
www.panoramio.com)

sábado, 4 de dezembro de 2010

Esse é o Rio de Janeiro que eu conheço!


Baseando-me num texto reflexivo que meu amigo J. Felipe postou, escrevo esse agora, enaltecendo o meu Rio de Janeiro, aquele que eu conheço, que amo e respeito.
Chega de ataque de 'mea culpa'!
Vamos reconstruí-lo porque, ele, o Rio, é nosso!
Tomei-o emprestado, pois não é minha cidade de nascença!
Mas como a sua reconhecida generosidade diz, recebeu-me com os braços abertos, abrigando-me da chuva e da tempestade dos horrores que tanto falam...
Rio, eu te amo! Não importa o que digam!
Você é aquela cidade do "caos e da beleza", de Maracanã lotado, da praia, do Cristo Redentor, do murmúrio matutino e do silêncio tumular das noites obscuras...
Se um dia você não puder estar entre os lindos recantos, estará nas lindas histórias de exposição de amor: os mais perfeitos poemas são pra você, os mais encantadores pores-do-sol, são seus pois você nos regozija com seu encanto natural!
Por que lembrar da tristeza?
Por que lembrar, sobre os ombros frios, que você sofre, meu Rio?
A maldade que fazem contigo, não é digna de posteridade...
Toda vez que falarem de você, será para falar do sol que nasce, que nunca é igual em lugar algum...
Só você proporciona aos seus nativos o direito de te profanar e de te xingar bonito, e mais tarde deitar no seu colo macio, após longo dia de cansaço e correria. Doce que é, perdoa esses pervertidos sempre, seus filhos...
É gostoso sentir você envaidecido com o seu brilho particular!
Sua luz advém de uma estrutura que um anjo apaziguador forneceu para que você fizesse bom uso, numa tortura angelical bizarra, como explicando: "Se você quer meus benefícios, tem que reverter seus pecados em medo da violência!"
Assim sendo, quem é carioca (ou se sente tal) fica desprezando a cidade, no típico: "São verdes, não prestam!", como a ingrata faminta caçadora de A raposa e as uvas.
Ao ouvir o som de uma simples parra que cai, porém, "Volta depressa o focinho".
Fico estarrecida com cariocas 'traíras' dizendo que outras cidades são melhores só porque ganham mais dinheiro por lá!
Trabalhem, lutem, coloquem a cidade de volta ao seu lugar de status merecido!
Já fomos a capital do País!
Já fomos a capital da cultura!
Voltemos ao formato inicial, sem aquele ganhar babaca de 'tradição', apenas...
Se tradição levasse algum título, nossa Seleção não precisaria nem mais jogar!
O Rio tem que ser pródigo pela eficiência prática, notória, de suas posses vistas e revistas por todos nós!
Cartão-postal de 'prostitutas' praianas?
Não, o Rio é maior que isso!
O Corcovado anda sumido das fotos que os turistas compram...
Como chega a nossa cidade 'lá fora'?
Porcaria de venda de fotinhos desnudas, que encobrem a nobreza da Cidade Maravilhosa...
Não, Rio de Janeiro não é Morro do Alemão e seus AR's 15, ou 18, ou 700...
O Rio que eu conheço é o Rio que me traz felicidade.
Se a minha felicidade incomoda, só lamento porque, como diria Ziraldo: "Nada entristece mais um ser humano do que saber que o seu semelhante é feliz".
Aparentando ou não alienação minha, ainda acredito na paz.
Utopia? Pode ser!
E o que é você sair de casa para trabalhar e achar que vai ter um mundo melhor, para os que ficarem, enganosamente, para a 'semente'?
E o que é passar suas férias em casa de praia para curtir o nascer de um dia, que acredita-se ser o mais belo já visto de sua janela?
Oras! O mundo é feito dessas ilusões que acabam movendo pra frente o que se acredita ser o certo!
A verdade de cada um, ninguém tira...
Verdade que talvez não seja verdade mas, e daí?
Quem vai ter cacife para provar ao contrário?
Sou carioca, sendo ou não, mas sou...
E defendo essa 'parada toda' na gíria típica dos cariocas mais convincentes...
A chiadeira dos "s" finais me orgulha!
Como é prazeroso proferir: " pessoaschi", "chineloschi", "homenschi", "animaischi"e mais, e mais, e mais...
'"Tô contigo' e não abro!"
" Pô, 'merirmão', dessa eu não sabia..."
" Que relógio 'irado'!"
" Fala sério, hein?"
" Fala, maluco!"
Esse é o Rio de Janeiro que eu conheço!
E se alguém duvida, que prove diferente!
"Alô, torcida do Flamengo/ Aquele abraço/
Pra você que me esqueceu (hum!)/
Régua e compasso".

Só que eu, meu Rio, nunca, nunca, te esquecerei!...

P.S.: A foto postada é de uma sombrinha minha comprada num dos muitos camelôs da rua Uruguaiana.
O Rio é o único lugar no mundo em que o vendedor nunca vende pelo preço inicial!
A manha carioca exige, por parte do comprador, que o ambulante venda, pelo menos, por 1 real a menos...
(Imagem:
http://marymiranda-fatosdefato.blogspot.com - Arquivo pessoal)


segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

Vá ao museu ( e me chame!)



Devo ser uma das poucas pessoas do mundo que encara como diversão, ida a museus.

Sempre gostei muito de história, mas não aquela de embromações qual Pedro Álvares Cabral descobriu o Brasil, Dom Pedro I fez a Independência e Princesa Isabel viabilizou a libertação dos escravos ( que eles fizeram isso, pode ser, o problema é a maneira principesca como são contadas as histórias).

O que eu toda a vida apreciei, é entender a história de maneira viável, prática, curtindo as muitas vertentes que ela pode conter, até aquelas que chegam ao cume de uma lenda.

Os museus, na minha opinião, permitem essa divagação própria porque possuem esse acúmulo de praticidades improváveis em quaisquer outros locais.

Aqui no Rio, nós possuímos um dos museus mais visitados, o Museu Nacional de Belas Artes, do qual já fui uma "rata", ou seja, não saía de lá.

Lembro-me da primeira vez que fui, com minha mãe junto, para ver ao vivo a exposição sobre o Auguste Rodin, um dos mais célebres escultores que se tem notícia.

Eu nem queria ir, achava como muitos, que museu fosse um monte de quinquilharias odiosas, que tivesse como o maior mérito, o acúmulo de poeiras.

Contudo, se mídia serve para alguma coisa, o marketing feito sobre este senhor foi tão grande, e eu vendo que minhas colegas todas estavam indo, que me senti na obrigação de participar dessa história também (pois é, Rodin tornou-se uma das sumidades cujas obras foram as mais visitadas desse precioso museu).

Eu, que volta e meia passava em frente, torcendo o nariz, sucumbi aos encantos daquela maravilha estrutura arquitetônica!

Como ele é bonito!

Limpo, organizado, belas obras, bem frequentado e com um anexo para uma praça de alimentação, onde há apresentações de música ao vivo, quando alguém mais virtuoso cisma de ir visitá-lo e nos conceder uns momentos de prazer de ouvir boa música.

Já cansei de esbarrar em sumidades por lá. De todos as áreas, de todos os lugares, de todos e de tudo...

Rodin me marcou muito porque nunca saiu da memória o deleite de ver o que eu só conhecia de livros e/ou revistas; eu vi a história de frente!

Qualquer um diria que a escultura que mais me marcou foi a representativa de O Pensador, mas a que me recorre sempre é a de O Beijo, que não é muito grande, nem espalhafatosa, só contando com uma delicadeza digna de um beijo apaixonado na vida real.

Existem certas lendas que surgem em torno de quadros, museus que se arrastam por anos!

Meu ex- professor contou-nos uma vez que é muito melhor ter a Monalisa falsa do que a real.

Sim. Parece loucura, mas não é!

Ele, um homem viajado, perscrutador de 5.a Avenida, visitante de templo gospel de Brooklyn (só para conferir a música em inglês em forma de show!) , conhecedor de vários idiomas (embora sua fluência maior seja o inglês), com doutorado em Literatura Brasileira, acabou se iludindo com "invencionices" de mídia.

Pagou um pacote de viagem e se mandou para a França, para conhecer o Museu do Louvre, idéia fixa que o prendeu por anos.

Meta principal: ver Monalisa e seus mistérios.

Tá bom! Horas na fila para quê? Para ver um trocinho minúsculo, um tanto restrito, pequeno o suficiente para decepcionar! Lindo, o quadro é, misterioso, continua sendo. A mágica? Perdeu-se...

Por que fica todo mundo espalhando que A Gioconda (o seu outro nome) é enorme, é diferente de tudo que já se viu?

Estava no Louvre, o meu professor, para provar que histórias são desbaratadas ou sublimadas, quando se vai a um museu.

Eu mesma já desmascarei certos "parangolés" .

Quando fui ao MAM (Museu de Artes Modernas) fiquei revoltada quando conheci a vestimenta típica do Movimento da Tropicália em final da década de 60.

Vendo em TV, jornais e outras mídias, as roupas pareciam esplêndidas, um misto de colorido hippie com cultura baiana, tudo muito místico e atraente.

Dentro de um reservado de plástico que os visitantes poderiam tocar e sentir a textura dos tecidos das roupas tão alardeadas até hoje, desculpem os Doces Bárbaros ( o megastar brasileiro Caetano Veloso e a turma de talento da Bahia), mas para mim, não passavam de trapos velhos, encardidos, longe da imagem deliciosa das cores de Bethânia no auge do seu repertório incandescente.

Pergunto se eles não "mediram por baixo" e só colocaram as piores vestimentas para representar um movimento tão rico. Tomara que tenha acontecido apenas isso...

No CCBB ( Centro Cultural Banco do Brasil) confirmei também o que eu já imaginava. Andy Warhol merecia o título que recebeu de Rei do Pop Art.

Como um cara pode ficar conhecido mundialmente fazendo pinturas em massa, quando toda cultura impõe a "originalidade" em cada obra que se produz?

O famosíssimo retrato de Marilyn Monroe, acompanhado por Elvis Presley e a inigualável Coca- Cola são exemplos que a cultura pop pode ser manipulada e tem conotação autofágica, já que ela mesma se devora.

Se eu não visse com meus próprios olhos, não iria acreditar que aquele amontoado de gravuras repetidas, poderia ser chamado de "arte".

Andy Warhol, mais que ninguém, você sabia o que estava dizendo que "No futuro, todas as pessoas serão famosas por 15 minutos" . Você é a prova de que isso é possível mesmo, já que pegou para si, bem mais que os 15 minutos que previra!

Tenho vontade de formar público de museu.

Ano passado, por motivos diversos, não pude levar meus alunos de 6.o ao 9.o ano para visitarem o CBMERJ( Museu dos Bombeiros) .

Os olhinhos deles brilharam tanto quando eu falei, de farra, que os levaria por aqueles dias!

Como se tratam de pré- adolescentes e adolescentes, achei que a euforia seria pelo fato de poderem estar fora de sala de aula , não terem que escrever, poderem "zoar" uns aos outros, fazer aquele piquenique após a visita, paquerar com liberdade mas, não.

Ainda que tudo que enumerei tivesse relevância, a resposta principal em que todos foram unânimes em concordar quando indagados por mim o porquê de quererem ir tanto, veio da boca mais inocente e objetiva, o mesmo motivo que me levou a adorar os museus:

- Ah, professora, é porque a gente vê tudo de perto!...

Traduzindo: porque nós comprovamos a história, isso que o meu aluninho quis dizer e a pureza de idéias , não o permitira.

Para finalizar, Rio de Janeiro é um lugar que adora deboche, e o pobre do teatro não passou ileso, durante o tempo que usava como slogan , o seguinte: Vá ao teatro!, um incentivo à apreciação de tão nobre arte.

Algum engraçadinho tinha que vir com alguma palhaçadinha, fazendo o gênero: "Perco o amigo, mas não perco a piada" , parafraseando assim: Vá ao teatro ( mas não me chame!)

Eu, como adoro teatro, sempre usei de outra maneira o escárnio idiota, o que por extensão, adequo ao museu:

Vá ao museu ( e me chame!)



Para informações adicionais, colocarei abaixo o site oficial do Museu Nacional de Belas Artes, que é o meu preferido.

O MNBA funciona de terça a domingo, sendo que a entrada custa R$ 5,00 todos os dias, exceto aos domingos, que é GRATUITA.

Endereço:

Av. Rio Branco, 199 - Centro (Cinelândia) - Tel.: (21) 2240- 0068 - Rio de Janeiro - RJ

No dia que puder, visite-o, ou confira as relíquias históricas que a sua cidade naturalmente proporciona aos moradores através de um museu.

(Imagem:

http://909noitesinsones.wordpress.com/)